quarta-feira, 28 de junho de 2017

Aline, noiva adúltera




Não sei se pela tirania de minha mãe ou pela subserviência de meu pai, eu tinha o maior desprezo por homens velhos . Mas agora, ao mesmo tempo em que eu continuo desprezando-os, um homem com cinqüenta anos me faz submissa as suas perversões sexuais.
– Vá até aquele sofá encostado na janela, suba nele e se apóie no batente. Quero que você veja seu noivinho surfando enquanto tomo posse do teu cusinho!

Eu estou noiva de Junior e temos planos de casarmos dentro de um ano. Meus pais estão muito felizes porque enfim minha rebeldia vai ter fim. Eu não queria fosse assim. Pensava que casando com Junior eu ficaria livre das cobranças de meus pais, muito mais da minha mãe do que do meu pobre pai, que só fazia balançar a cabeça com o que minha mãe dizia.

Minha relação com minha mãe era muito difícil, pois ela sendo muito bonita e com quarenta anos, não suportava que eu tenha me tornado uma bela mulher também e, dizem, muito parecida com a atriz Alynne Moraiz. Por coincidência meu nome também é Aline.
– Oh não! No meu cusinho não! Por favor! Eu sofri muito quando tentei uma vez! Eu faço de novo o que fiz ontem! Deixa… deixa eu fazer você gozar em minha boca!
-Cala a bocas, safada! Já te disse que não há escolha nem alternativa mais pra você. Nem aqui em minha casa, nem em lugar algum do mundo! Agora faz o que te mandei!

Enquanto falo, vou obedientemente caminhando até o sofá. Antes que eu me ajoelhe no assento, ele dá um leve puxão no meu cabelo, indicando para eu parar. Ele desata minha parte de cima do biquíni e meus bojudos seios com enormes aureolas rosa avermelhadas, se ajeitam firmemente em meu tórax apesar do peso.

Depois sinto suas mãos me tirando a canga pra logo em seguida suas mãos puxarem a calcinha do biquíni pra baixo. Eu já começo a levantar um pé pra facilitar a retirada da calcinha, quando seu rosto se encosta no meio de minha bunda.
Ouço a seguir seus arquejos e grunidos enquanto me dá fortes chupões nas polpas de cada nádega polpuda!

Involuntariamente, parecendo que eu já fazia aquilo há bastante tempo, e na verdade esta era a segunda vez, levo minhas mãos até minha bundinha e as separo, puxando-as para o lado, oferecendo meu cusinho pra mesma caricia que vinha sonhando desde dia anterior, quando ele me proporcionou um dos maiores orgasmos de meus dezenove aninhos e que me tornou em sua ninfeta submissa e meu noivo em corninho!

Eu já estava toda molhada devido aos pequenos orgasmos e da saliva daquele velho pervertido! Em seguida ele se posicionou na poltrona, quase deitado e me ordenou que eu subisse por seu tórax e colocasse minha xaninha na frente de sua boca!

Meus cotovelos se apoiavam no batente da janela e lá longe eu via meu corno noivinho remando em sua prancha, esperando por onda!

Em poucos segundos eu soluçava e urrava como histérica! Eu dava o ritmo ao meu gozo esfregando minha xotinha em seu rosto, enquanto sua grossa e serpeteante língua se introduzia nela!
Nunca, nunca mesmo, eu tinha recebido tamanha chupação em minha xaninha nesses meus dezenove aninhos!
Como eu iria viver sem isso depois que casasse com Júnior?
O orgasmo foi tão forte que eu amoleci completamente e meu corpo deslizou para baixo.

 Devido a posição que eu estava, meu corpo parou numa posição esquisita, que me deixou parecendo uma perereca gigante esparramada em cima das coxas Rafer!

Esse é o nome do sócio nas empresas do pai de Junior. Ele possui esta bela casa de praia, onde nós decidimos ir, sem avisá-lo.

Claro que ele nos recebeu muito bem e nos deixou a vontade. Mas, apesar disso, nós abusávamos de sua hospitalidade.
Praticamente viramos aquele bangalô de ponta-cabeça. Em questão de horas, nós o ignorávamos e eu principalmente era muito respondona quando ele falava comigo.

Agora eu estava ali, esparramada em suas pernas com sua rolona enroscada entre meus seios!
Embora exausta do gozo que tive, a pulsação e o calor da tora dele em meus seios, me davam mais força!
Algo em mim, que não sei explicar, me convidava a fazer a coisa que eu mais gostava em sexo… chupar! Eu me derretia todinha chupando um caralho!

Eu pensava assim até aquele momento, quando Rafer me mostrou os encantamentos da sodomia!

Meu corpo teimava em deslizar por entre as pernas dele, quando sua mão foi por trás do rego de minha bunda e com os dedos penetrando em minha xana, ele me segurou naquela posição.

Eu pensei que ele já soubesse que eu ia cair de boca no pau dele, por isso levantei a cabeça olhando-o sem saber porque ele não deixava eu deslizar por entre sua pernas.
Rafer, com a outra mão colocada em minha nuca, me puxou um pouco mais pra cima e me tascou um saboroso beijo molhado!

Sem desmanchar o beijo, uma perna e depois a outra, deslizaram suavemente até meus joelhos encostarem-se ao chão. Suas mãos agora faziam pressão em cada lado de meus seios, espremendo sua rolona entre eles!
Eu levei minhas mãos pra trás da sua cabeça grisalha, mantendo a sucção de meus lábios em sua boca!
A cena seria de uma beleza erótica deslumbrante!
Eu, uma bela ninfeta de corpo escultural, ajoelhada entre as pernas de um coroa másculo, sendo beijada gulosamente, enquanto seu enorme penis é acariciado entre os bojos de meus seios!

Eu não consigo me sustentar assim por muito tempo. Deixando um dos braços cair, levo minha mão até meu grelinho e berro de prazer dentro da boca daquele velho sacana!
Nem assim separamos nossos lábios.

Eu tomei a iniciativa de interromper o beijo pra procurar com minha boca pela cabeçorra da rola dele!
Eu estava nos espasmos finais de meu gozo quando a explosão de esperma inundou minha boca!
Foi a glória! Gozei imensamente engolindo o gozo do meu velho safado!

Eu ainda chupava o que restou do esperma que escapou de minha boca e caiu na virilha dele, escutando a sua respiração voltar ao normal.

Levantei os olhos e notei que ele olhava pra mim embevecido. Podia dizer, até com carinho.
Não sei o que acontecia comigo, mas aquele olhar de bondade me desligou. Minha tezão parecia que ia sumindo. Eu parei de fazer tudo que estava fazendo e fiquei por alguns segundos, imóvel e olhando pra nenhum lugar.

Em seguida, me levanto abruptamente empurrando suas coxas pra longe mim. Sem dizer nada lhe dou as costas e me afasto pro meu quarto.
– Hei, putinha! Eu ainda não acabei com você! Volte aqui, sua devassa rampeira! Volta aqui!

Meu sangue começou a esquentar e senti minha libido aumentando minha tesão! Mas, eu queria mais! Eu queria ser ordenada, ser obrigada, ser submetida! Assim eu continuei andando!
– Vá se fuder, velho babaca! Esta foi a última vez que você me tocou, filho da puta!

Comecei a vibrar quando ele segurou meus cabelos e me bateu na bunda, uma, duas, diversas vezes!

Quando menos esperei, estava ajoelhada no sofá com meus seios espremidos no batente da janela. Ele tinha ordenado que eu separasse minhas nádegas com as mãos.
Seus dedos rasparam tudo que restou de seu esperma ao redor de meus lábios e de meu queixo e senti que ele usou esta gosma no meu cusinho para lubrificar a entrada de um de seus dedos e logo após de outro!

Eu chorava porque sabia que ia doer ser enrabada, mas a força daquele homem, fazia meu corpo vibrar de prazer cada toque dele em mim, principalmente os mais bruscos e violentos!

Meu temor de ser machucada durou da pressão inicial da rombuda cabeçorra na boquinha de meu anus até quando ela foi engolida totalmente por ele!
-Putinha gostosa! Relaxa…relaxa, safada! Assim, assim…deixa entrar mais…mais…muito mais, bela rampeira! Vai, vai, vai….mexe…isso…mexe… começa a rebolar….assim…assim!

Durante este inicio de sublime defloração, Rafer manteve meus braços presos atrás de minhas costas com uma das mãos, enquanto com a outra mantinha minha cabeça ereta, segurando meus cabelos, sussurrando palavras em meu ouvido.
De vez em quando ele mordia levemente minha orelha e me dava ruidosos chupões em minha nuca e em meus ombros!

… e lá ao longe o meu futuro marido continuava remando enquanto meu cusinho apertava gulosamente a piroca daquele velho macho.


II
 O dono da casa de praia penteia os longos cabelos prateados e os amarra atrás da nuca como um pequeno rabo de cavalo. O sol já tinha nascido há duas horas. O dono da casa se dirige até a suíte de hóspedes e lá encontra dormindo Junior e sua noivinha Aline. 

Sem fazer ruído, ele se aproxima do lado que Aline dorme e suavemente lhe tampa a boca de carnudos lábios. 
Ela desperta arregalando os belos olhos esverdeados, mas logo se acalma quando reconhece Rafer, o dono da casa e seu atual macho.

Há três dias que o casal apareceu na casa de Rafer sem avisar. Ambos tinham maneiras insolentes e eram bagunceiros em relação à boa ordem da casa. 
Rafer conseguira dominar Aline, submetendo-a sexualmente aos seus caprichos porque ele notou o vulcão sexual que ela escondia por baixo de sua petulância. 
Assim, enquanto Junior, filho de seu sócio, ia surfar, Aline se tornou a governanta da casa e escrava sexual daquele velho safado.

Agora, ele observa Aline dar um silencioso bocejo enquanto estica languidamente os braços fazendo os bojudos seios tremeram por baixo da camiseta. Aline nota o endurecimento da grossa rola de Rafer por baixo do roupão. 
Ela senta-se na cama ao mesmo tempo em que Rafer lhe fazendo sinal para que o acompanhe. 
Aline, não sabe porque, consegue lhe alcançar a mão antes que ele se afaste, faz com que Rafer se vire e fique bem a sua frente.
Em seguida, ela com os olhos semicerrados e passando a língua pelos belos lábios, abre as bandas do roupão de Rafer, expondo aquele músculo de prazer que ela sente um prazer infinito de abocanhar logo que acorda pela manhã!
E Rafer com um cínico sorriso nos lábios sente a boquinha de Aline ir engolindo pouco a pouco toda a extensão de sua piroca até o belo narizinho dela encostar-se a seus pentelhos! 

Ele próprio sibila por entre os lábios com o prazer que a bela noivinha do Junior lhe dá, ao sugar nesta posição sua rola inteira por alguns segundos!
Isto é uma coisa indescritível que acontece com Aline. A sua fome de fazer sexo logo que acorda só se compara com sua vontade de viver!

A respiração de Aline se torna arrastada e um pouco ruidosa devido a excitação que isto lhe traz.. Ela se torna imprudentemente desinibida. Rafer não deseja que ela pare com o boquete, mas a razão lhe fala mais alto. 
Ele segura o rosto dela com ambas as mãos interrompendo a sua performance. Aline levanta os belos olhos interrogativamente, pra depois perceber o perigo que eles estavam correndo com em chupar a rola de Rafer, tendo seu noivo dormindo ali ao lado!

Já no banheiro da suíte de Rafer, ela sente a rombuda glande de sua tora ir lhe invadindo o anus lentamente, enquanto ela vai se sentando no colo dele. 

Desde a primeira vez, Rafer, cinicamente, lhe tinha dito que respeitava muito seu noivo e por isso não gozava na sua bocetinha, que deveria pertencer somente ao noivo… mas o cusinho era só dele!
– Você é mesmo uma puta! Uma putinha maravilhosa! Você vai viver gozando se chifrar teu maridinho! Parece que isto é tua sina! Isso…isso…começa, começa… a rebolar gostosinho! Assssiiiimmm!

Quando mais da metade rola lhe preenche o cusinho, Aline tem a cabeça virada por cima do ombro e boca de Rafer gruda-se a sua e ambas as línguas se enroscam em frenesi!

Rafer pega um dos seios por baixo e o levanta até quase encostar no queixo dela e ordena que Aline chupe o mamilo rosa  avermelhado. 
Aline obedece e com um pouco de dificuldade baixa a cabeça até sua boquinha ir sugando, primeiro só o mamilo, pra em seguida ter quase toda auréola sendo chupada avidamente! 

Os dedos de sua mão direita aceleram os movimentos em torno e dentro da xaninha toda melada, enquanto seu braço esquerdo está jogado para trás e sua mão envolve a nuca de Rafer.
 Quando o desconforto pela inclinação da cabeça se torna insuportável, Aline se vira e procura pela boca do canalha que lhe sodomiza maravilhosamente!

Como um raio, passou pela cabeça de Aline o quanto ela se transformara de patricinha insolente e mimada a objeto sexual e submissa de um homem estranho, trinta anos mais velho que ela! 
Aline não sabe agora como será viver naquele mundo sem este tipo de macho dominador como Rafer. 
Embora ele lhe ordenasse coisas que aparentemente era para seu próprio prazer, acontecia que só o fato de ela obedecer, já lhe excitava. E quando Rafer explodia dentro dela, em qualquer de seus orifícios ou reentrâncias, ela já tinha gozado também!

Quando Junior desce para o café, encontra um tranqüilo Rafer lendo um livro e escutando música. Como sempre, sem dar a mínima, Júnior liga a televisão, se atira no sofá com um sanduíche numa mão e um copo de suco na outra.
– Viu a Line por aí?
– Acordei há pouco. Encontrei tudo arrumado e um bilhete para você , em cima da mesa.
– Ah é? O que tá escrito?
– Não sei. É pra você.
– Ah! Duvido que você não leu!
– Sim…é verdade. Aline foi dar uma volta pela praia. E que está levando o celular. Pra você ligar assim que acordar que ela quer combinar o que vão fazer hoje pela manhã.
– Ahã, valeu. Ligo assim que acabar de comer.

Para quem não se lembra, até o final dos anos noventa, os telefones celulares ainda não eram tão pequenos e achatados. A maioria ainda tinha a forma meia arredondada e longa. 
E Júnior nunca iria imaginar que ao ligar para sua noivinha, o telefone vibrou dentro da bocetinha dela!

Aline encontrava-se dentro da edícula dos empregados de Rafer. 
Minutos antes, ele a acomodara num sofá, em seguida passara a chupar com verdadeira devoção a sua xaninha, sem deixar de lhe lamber o cusinho, recém dilatado por sua imensa piroca!

Ela ficara em tal estado de excitação que não percebeu quando Rafer a colocou na posição de frango assado e amarrou cada coxa ao tornozelo, fazendo a batata da perna encostar-se a coxa. 

Depois fez o mesmo com cada braço e antebraço, ficando os seios espremidas entre eles e, somente  as mãos livres ao redor da bela face, cujo olhar demonstrava certa preocupação e ansiedade.
 Em cada ouvido estava um auricular e microfone, próprios de celulares, que Aline podia manusear com os dedos. 
As outras extremidades de cada fio-auricular foram inseridas respectivamente no celular dela e no  de Rafer.
Primeiro Rafer lambeu e melou com bastante saliva o cusinho dela e suavemente inseriu o próprio celular dentro!
  Depois foi a vez da xaninha que teve o celular da própria Aline inserido lá!
 Ambos celulares estavam no modo vibratório. 

Então, quando Junior ligou pra sua safada noivinha, o celular vibrou dentro da bocetinha dela e automaticamente conectou-se!
– Amor… é você? Onde você está? Ah, sim…sim! Já está voltando? Não? Ainda vai levar um tempinho? É isso? Tá, tá! Não tem pressa! Eu te espero. Não, não! Eu te espero sim! Você parece cansada, está parecendo que está correndo! Ah, é isso então! Não vá cair! Isso…isso, correr é bom! O quê…? Não quer que te espere? Tá bom, tá bom! Vou cair na água, então? Beijão, tchau!

Enquanto falavam, Rafer disfarçadamente discava do telefone fixo sem fio para o próprio celular que estava dentro do cusinho de Aline, o qual vibrava dando imensas ondas de choques frenéticos nas microscópicas nervuras anais! 
Ao sétimo toque, Rafer desligava e religava logo em seguida! Aline arfava como louca e tinha dificuldade de responder ao noivo do outro lado da linha!
– Bom… vou surfar!

Rafer apenas balançou a cabeça e continuou teclando o redial. Quando Junior sumiu de vista, ele deixou o automático acionar e levou o fone ao ouvido.
-Quer que eu pare, sua safadinha, quer?
– Não! Não! Sim, sim! Venha aqui, velho cretino sem vergonha… filho da puta! Venha aqui e traga esse telefone! Por favor…venha e traga o telefone!

O pau de Rafer já estava pingando quando ele entrou no quarto. Os olhos de Aline tinham lágrimas e de sua boca escorria saliva.
Ele retirou o auricular do telefone que estava na bocetinha dela e já ia retirando o telefone quando ela lhe disse.
– Não, não tira! Vem aqui… deixa eu chupar  primeiro… e liga pro meu cusinho!

Aline, ainda toda amarrada, está com a cabeça apoiada numa das coxas de Rafer enquanto lhe suga fortemente o caralho. Rafer urra de prazer e tem que fazer um esforço sobre-humano para contar os setes toques, desligar e religar de novo!

A vibração no anus de Aline é algo inédito em sua vida. É algo novo que lhe servirá de experiência para sempre!
 E tudo graças a mente pervertida daquele velho canalha!

 Ela não pensa mais em acabar de gozar, pois já está gozando desde o primeiro toque! 
E de repente as bochechas dela se incham e Rafer dá um longo berro de intenso gozo!

Inacreditável para o grand finale, o telefone da bocetinha de Aline vibra! È tudo tão forte e prazeroso que antes da última vibração, Aline desmaia, deixando escapar a rola de Rafer de dentro da boquinha e esperma escorre pelo lado até a coxa dele!

– Por que será que ela não atende? Deve estar fora de área. Junior, o belo corno, enrola o telefone na camiseta, pega a prancha e vai todo confiante e feliz, deslizar pelas ondas!

Rafer, o dono da casa e o jovem casal, Junior e Aline, tomavam o café da manhã quando foram surpreendidos com a chegada do pequeno yatch atracando no píer que levava ao deck aonde estavam.

 Outro jovem casal desembarca e enquanto o homem dá algumas ordens aos marujos, sua esposa caminha deslumbrante até a mesa onde Rafer e companhia estão sentados. Este se levanta e elegantemente cumprimenta Talita, a bela esposa de Jimmy que vem logo atrás.
– Minha humilde morada resplandece com tanta beleza junta!
– Mas minha cunhadinha será mais bela por um tempinho a mais do que eu!- responde Talita, ainda com a mão estendida para Rafer e beijando Aline nas faces.
-Mas eu jamais serei tão famosa quanto você Talita!

Junior, irmão de Talita, apenas a cumprimenta com sorriso e um balançar de cabeça. Mas, ao ver o cunhado, se levanta e o abraça esfuziante.
– Sinto muito mas estou sem a Ingride e o sistema que vigora aqui é o de selfservice -  diz o anfitrião de cabelos prateados presos na nuca como um rabo de cavalo.
– Sem essa, Rafer! Já tomamos nosso café no barco! Esse aqui parece de boteco de esquina!  Todos riem da piada, apesar da indelicadeza de Jimmy.

"Oh, não! Esses dois tinham que surgir logo agora!" -  pensa consigo Aline que esperava ter uma manhã de orgia com Rafer, como tem acontecido nesses últimos três dias, desde que chegaram.

Tanto Rafer, apesar de ser trinta anos mais velho, quanto Aline sentiram forte atração física, um pelo outro.
Assim nessas três manhãs e algumas vezes a tardinha, quando Junior ia surfar, sua esposinha era submetida a usar sua boquinha, xana e cusinho, além do vale entre os imensos seios e o reguinho da bunda, abocanhando, aconchegando e se entalando com o longo e grosso caralho de Rafer.

Talita, sem que os outros percebam, faz um discreto sinal para Rafer, indicando que deseja falar a sós com ele.
– Venham conhecer a casa! - convida ele e dá o braço a Talita.
– Sem essa, Raffy! É tudo a mesma coisa! Eu o Junior vamos cair na água!- exclama o marido de Talita.

Enquanto Rafer e Talita caminham para o interior da casa, Aline passa a arrumar a mesa.
– Puxa! Eu não canso de admirar tua beleza…esse teu corpaço maravilhoso! A tua bundinha, o teu cusinho fogoso!
– Pára, Rafer, pára! Eu não quero que você pense assim de mim. Nunca mais!  lágrimas lhe vêm aos belos olhos azulados.
– Ué! O quê que houve?
– Me perdoe Rafer, mas nós temos que esquecer tudo o que houve entre nós! Você me fez uma mulher completa e feliz desde meus quatorze aninhos, mas agora eu encontrei um homem por quem me apaixonei perdidamente!
– Bom… muito bom! Mas não seria isso só uma atração física passageira, como já houve antes? Eu te ensinei que essa coisa de fidelidade sexual é justificativa para hipócritas e mal resolvidos sexualmente!
– Não, não! A coisa é sincera e muito forte. Eu não sei como aconteceu. O caso é que não consigo agüentar nem um toque desse babaca do Jimmy! Nem acho que poderia trepar com você também!
– É, a coisa é séria! Acho que simplesmente você surtou com essa coisa toda da celebridade que você se tornou! Acho que nem psicanalista vai adiantar…
– Não seja escroto, seu velho canalha! Não tô louca não! Estou apaixonada por um homem que acho melhor que você e os outros!
-Calma, calma minha princesa! Calma, está tudo bem! Eu concordo com você. Eu estarei apoiando você em todas as atitudes que você tomar. Vamos, vamos… pare de chorar…

E Rafer tem a cabeça de Talita apoiada em seu tórax e como não tinha como deixar de ser, os hormônios de ambos começam a percorrer seus corpos como rios de fogo!

Aline deixa a bandeja cair ao entrar no salão e encontrar os dois se beijando. Com uma perna de Talita semi-enroscada na coxa de Rafer, ele apalpa-lhe as nádegas com ambas as mãos!

Talita bruscamente se afasta de Rafer e lhe dá um tapa no rosto!
– Você é um canalha! Está se aproveitando de minha fraqueza!

Ele olha para uma assustada Aline e depois para uma enfurecida Talita, que apesar da aparência raivosa no formoso rosto, transpira sexualidade por todos os poros!

A percepção de Rafer é imediata. Ele sabe que somente Aline ainda não entrou no clima. É tudo uma questão do momento exato com a ação certa!

A cabeça de Talita dá uma virada pro lado quando o tapa que Rafer lhe dá na face faz seus belos olhos se arregalarem de espanto e seu cabelos se desarrumarem!
– Nunca mais faça isso comigo, sua pivete pervertida! Além disso, você me deve respeito! E muito respeito por tudo que te ensinei e por tanto que você gozou com minha rola! Hipócrita sem vergonha!

Talita tinha recuado com o impacto e caído sentada no sofá. Sem tirar os olhos dos dois, Aline se abaixa e tateando tenta recolher os utensílios. Embora assustada, ela começa a sentir certa excitação. A mesma quando o dominador Rafer se aproximava dela para submetê-la aos seus caprichos sexuais.

Ela pressente que está prestes a assistir uma performance entre dominador e servente!
– Levanta Talita! Suba pro quarto, já! E você, boqueteira pilantra, arruma tudo aqui embaixo! Vem avisar se algum dos dois entrar na casa! E quando eles forem surfar você também sobe! Quero a tua boquinha molhando meu páu antes de enrabar tua cunhadinha Talita! Vai! Anda!

Quando finalmente Aline chega a suíte de Rafer, encontra Talita semi-deitada com as duas mãos na cabeça dele que a tem entre suas coxas escancaradas para os lados.
– Aaaaaaaaaah! Chupador xerequeiro! Enfia mais…mais! Não sabe mais chupar minha xerequinha, velho sacana?!

Talita parece que está domando um potro agora. Ela se apóia em um dos cotovelos enquanto a outra mão guia com ferocidade a cabeça de Rafer de encontro a sua xaninha.

Não passou nem dois minutos e ela dá um longo grito orgástico!
Ela empurra a cabeça de Rafer para fora de suas coxas e as fecha com a expressão agonizante de gozo!
Por fim ela se queda de lado, quase na posição fetal, e fica respirando pesadamente enquanto emite alguns suspiros, com um leve sorriso nos lábios entreabertos!

Rafer ainda ajoelhado puxa Aline para perto si e tasca-lhe um tremendo beijo na boca. Ela praticamente goza ao sentir o gosto da bocetinha da cunhada nos lábios de Rafer!

Por iniciativa própria, ela passa a lamber-lhe a face na procura de vestígios dos fluídos de Talita!
O velho safado segura os cabelos da nuca de Aline e a afasta desfazendo o beijo e delicadamente mas com pressão empurra a cabeça dela em direção a sua intumescida vergona!

Ao mesmo tempo ele pega os tornozelos de Talita e a faz ficar de bruços. Talita pressente o que vai acontecer a seguir e dá uma ligeira empinada nos soberbos e famosíssimos glúteos, que uma multidão de fãs paga milhões para vê-los em vídeo e em fotografias!

Aline está ajoelhada e com a boca tenta colocar todo o saco de Rafer dentro da boquinha!
Ele passa uma mão por trás da cabeça dela e a arrasta uns poucos centímetros até que ele possa se inclinar e enfiar o rosto no rego da bunda de Talita, procurando esfomeadamente o cusinho dela com sua boca já escorrendo saliva!

Talita com o olhar fixo, como estivesse hipnotizada, e um sorriso meio que abobalhado nos lábios, rebola suavemente as nádegas no rosto de Rafer.

Os dedos de suas mãos ora apertam, ora largam as dobras do lençol, a cada pontada da língua de Rafer que tentar invadir seu anus!
A boca de Aline consegue engolir toda a majubona de Rafer chegando os pentelhos dele e lhe faz cócegas na ponta do narizinho!

E então ele goza! Com uma primeira enxurrada tão forte que esguichos de esperma escapam da boca da noiva de Junior!
Mais e mais esguichadas são engolidas por Aline. Ela agora já está mais acostumada e não engasga como antes!
– Aaaah! Que…que maravilha! Que gozada fantástica! Aline…amoreco, guarda…guarda um pouco… um pouco… na boquinha! Isso mesmo…queridinha! Fica com um pouco ainda na boquinha!

Ela está em estado de êxtase. O que será que aquele pervertido vai lhe submeter agora?
Já não basta ele me viciar em saborear seu esperma pensa uma excitada Aline, dedilhando a própria xaninha!
– Vem aqui…cunhadinha rampeira…vem! Derrame todo o caldinho dele aqui…aqui no meu cusinho…derrama…derrama…derrama!

E Talita leva ambas as mãos para trás e segurando cada banda da esplêndida bundona, as separa mostrando o cusinho rosado ainda brilhando da saliva de Rafer!

Aline após encostar a boca babando de esperma dentro do cusinho da cunhada, começa a tremer descontroladamente devido ao forte orgasmo que lhe percorre o belo corpo. Ela chega a chorar sorrindo enquanto grita de tanto prazer.
– Estou pronta pra ser enrabada! 

Rafer escuta Talita lhe sussurrando e, se contorcendo um pouco, aproximar a bela face e lhe beijar como a mesma mulher apaixonada de antes…

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