- Por favor, pare! Eu não posso estar fazendo isso! O senhor
me entendeu mal!
- Não há o que temer, querida! Você não pode negar que essa umidade
na sua xaninha não signifique que você está excitada! Vamos, entre aí no
banheiro.
O impetuoso homem estende uma nota de 100 dolares pra
faxineira e ela lhe dá a chave da porta e se retira.
A bela mulher tem a respiração apressada e se debatendo
contra sua consciência de mulher casada, está ansiosa para que seu futuro
amante lhe dê o merecido prazer que uma femea de corpo escultural como o dela, merece. Há
mais de três meses que o marido a tem negligenciado.
Ele lhe beija com tremendo fervor e ela sente o imenso
cacete vibrando quando encosta em seu monte de vênus. Sem desfazer o beijo, ele
puxa com firmeza a parte frontal do vestido que é preso pelos dois lados das
coxas por velcro.
- Espera! Assim você vai estragar meu vestido!
Ela se curva pra frente e alcança com as mãos a bainha na
altura dos tornozelos. Sem querer, seu rosto roça na rolona do macho que ainda
está encoberto pelo tecido da calça. Ela vai enrolando a bainha, mas
permanecendo com o rosto colado a intumescência dele, sentindo a palpitação do
pênis inquieto.
O macho, cheio de tezão, a faz levantar-se e ainda lhe beija
febrilmente antes de se agachar e se admirar com a visão da xaninha quase toda
depilada ladeada pelas cheias ancas e grossas coxas que tremem ao seu toque.
A esposinha infiel suspira alto quando os lábios do amante
se encostam firmemente aos grandes lábios da xana e a passa sugar com avidez de macho sedento por
sumo feminino.
Ela deixa o
amante posicionar uma das suas pernas em cima do vaso sanitário, lhe dando
maior acesso para aprofundar sua língua serpenteante pra dentro da xaninha.
A esposinha soluça
longamente quando o orgasmo toma conta de todo seu corpo. Ela passa a tremer descontroladamente e num acesso de pura luxuria, segura a cabeça que
está entre suas pernas com bastante vigor e a esfrega na própria
xaninha.
Ela tem a respiração descompassada e encosta-se à mesa da
pia ao mesmo tempo que tenta arrumar o cabelo que lhe cobre o rosto. O seu
macho continua lhe beijando suavemente a xaninha e as coxas. A respiração dela
vai se normalizando e sem perceber, o amante lhe vai girando até suas fabulosas
nádegas lhe roçarem o rosto viril.
Um novo frissom passa pelo corpo dela quando sente as
enormes mãos lhe segurarem os robustos glúteos e leves mordidas serem dadas por
quase toda parte, principalmente nas partes inferiores onde a sensibilidade ao
toque é mais acentuada.
De repente ela sente algo que nunca sentiu antes em toda sua
vida. O exótico prazer de ter seu anus ser tilintado por uma língua que se
esforça incansavelmente em invadi-lo. Toda febre de excitação lhe volta com
mais intensidade ainda.
Estar ali num banheiro, nua com um estranho que já lhe fez
gozar intensamente uma vez e está na iminência de lhe dar outro orgasmo inusitado, ser casada e seu
marido estar a poucos metros dali enquanto um homem lhe arranha as nádegas e com
a língua invadindo cada vez mais seu
cuzinho.
Ela sabe o que ele quer e apesar de sua inexperiência e
hesitação, quer experimentar. Ela própria leva as duas mãos e segurando as
polpas da bunda, escancara oferecendo que seu amante enfie mais ainda o rosto e
consequentemente a língua em seu rabinho rosado.
O amante num frenesi desenfreado passa os braços em volta
das ancas safadinha e como se estivesse dando um forte abraço permitindo
que sua língua penetre uns três centímetros pra dentro do cuzinho daquela deusa
sexual.
E então chega o momento que todo aquele rola-rola não basta.
Obedientemente ela acompanha o amante quando ele se senta no vaso e a faz
sentar-se de frente pra ele, de modo que
seu imenso cacete lhe penetre a xaninha.
A bela esposinha chega a perder o compasso da respiração quando
sua xaninha vai se expandindo além do que ela estava acostumada, sentindo choques de puro prazer em cada
pedacinho que engolfa o musculo viril.
O macho procura com os dedos o orifício anal dela e quando
encontra, passa a rosetear em volta
dele. Antes de avançar com o procedimento da defloração, ele pergunta.
- Posso?
Delicadamente pressiona
a ponta do dedo na boquinha do anus. A deusa joga a cabeça pra trás, respirando forte e
soltando um rouco suspiro. Em seguida, sem responder, ela consente lhe beijando
apaixonadamente.
Não um, mas dois dedos imediatamente lhe invadiram o anus
até a segunda falange, já que havia uma
pré-lubrificação feita pela língua do macho.
Ele sente através da membrana interna seus dedos
pressionarem seu cacete dentro da xaninha.
Ela desfaz o beijo devido ao intenso rebolado que está
fazendo, sentindo aquele estranho e encantador prazer que nunca sentira antes.
O amante com a outra mão alcança o tubo de creme pra mãos
encima da pia e a esposinha sente o breve lapso quando os dedos saem de seu
cuzinho e retornam novamente. Dessa vez se aprofundando um pouco mais.
“Que´isso? O que... que tá... tá acontecendo comigo?! O
quê... quê isso que tô... tô sentindo?! Vou... morrer de tanto... tanto gozar!!
Eu... eu não podia tá gozando assim! Não podia gozar tanto com esse canalha!
Tenho marido e dois filhos! Que se foda, quero gozar!”
O amante sente o tubo querer ser sugado cada vez mais.
Involuntariamente quando ela contrai a xaninha, contrai o cuzinho também e aí
sente a diferença. É como se uma das mãos segurasse um barbante e a outra uma
grossa corda. A mão que segura o barbante não consegue segurar com firmeza. É
isso que a safada esposinha sente. Como se algo estivesse faltando.
- Querida, eu... eu acho que você já está preparada pra
ser... ser sodomizada!
Tremendo de excitação e expectativa, ela passa os braços em
volta do pescoço do amante, quase sufocando seu rosto com os fartos seios. Devido a isso suas ancas
se empinam. O tubinho é gentilmente retirado e a rolona escorrega pra fora da
xaninha.
O macho segura a própria torona e procura pela boquinha
anal. Mas devido a exuberância física da bunda dela não consegue acertar o
alvo.
Surpreendentemente é
ela quem leva uma das mãos atrás e segurando com firmeza a rolona, direciona
até o próprio cuzinho. Gemendo mansinho
, consegue ir se empalando lentamente, dissipando a sensação de estar segurando
um barbante, mas agora uma grossa corda de amarrar navio.
Como é pela primeira vez há o desconforto da dilatação do
anus e do tubo retal. Por isso ela pára o movimento, esperando o desconforto
passar. Mas, a experiência do amante a faz vibrar quando ele desliza a torona
até só deixar a cabeçorra dentro e em seguida lentamente empurra a dita até
onde estava. Novamente ele repete o deslizamento e dessa vez enfia um pouco
mais profundo. E cada vez mais pra dentro, até ele ver um sorriso de satisfação no belo rosto da
infiel esposinha.
Totalmente descabelada e rebolando agora como uma perfeita
deusa anal, ela sente a erupção de esperma conforme os espasmos de gozo se
transformam em movimentos do baixo ventre dele batendo na xaninha e nas partes
inferiores de suas bojudas nádegas.
A esposinha aperta o esfíncter como se estivesse sugando
como uma boca. Fica difícil pro amante continuar deslizando a torona até ela
relaxar e sentir que a própria passa a rebolar sensualmente, fazendo com que
ele dê as últimas contrações do seu
orgasmo.
O macho respira o ar como se estivesse se afogando, sentindo
que ela rebola mais freneticamente até atingir o próprio clímax orgástico. Ela
volta a sufocá-lo com os seios e um rouco e longo soluço ecoa de sua boca.
Passado alguns minutos, ela está sentada no vaso e ele limpa
o cacete numa das toalhinhas. Ela pede pra ele sair.
- Eu, eu acho que vou... fazer... cocô!
- Use todas as toalhinhas que precisar. Estarei te esperando
do lado de fora.
Uns dez minutos depois, ela aparece toda linda e com os
olhos baixos diz.
- Só saiu esperma... que bom! Mas é a mesma sensação que
tenho sempre que acordo pela manhã. Bom, vamos encontrar meu marido antes que ele
se toque desse tempo todo que se supunha que fosse só uma dança comigo que você
lhe tinha pedido!
Eles caminham separadamente com ela a frente, sabendo o
quanto de prazer estava dando ao olhar dele. Ambos se recordam mentalmente como
tudo começou conforme vão ao encontro do
marido dela.
Num luxuoso navio de cruzeiro, Rafer está sentado no bar do
cassino. Dois bancos a seu lado, um homem meio descabelado beberica seu drink
tendo um triste olhar de preocupação.
Rafer já conhece este tipo de chato que logo logo vai puxar
conversa. Ele se volta pra ir a outro bar quando vê uma esplendida mulher
descendo a escadaria, vestindo um longo dourado com duas fendas que se abrem
até ao meio de suas coxas.
“Justo desse jeito, com certeza ela não tá usando calcinha
pra não marcar”- pensa Rafer.
Rafer, nos seus cincoenta e poucos, mas parecendo ter uns
dez anos menos, usa um discreto rabo de cavalo de cabelos quase todo grisalho.
Seu tom de pele é de alguém que passa muito tempo ao livre, ali no caso, nas
piscinas do navio.
A bela mulher quando chega ao último degrau levanta o rosto
e observa como estive procurando alguém. Rafer não tem como tirar os olhos
dela. Parece que ela o encara também.
“ Cacete! Ela tá vindo pra cá!”
Lina, ainda está nos trinta, aparentando uns vinte e poucos anos, tendo um corpo
escultural de mulher madura que ela discretamente sabe como se vestir pra ser
admirada.
Ela desce os degraus de vidro que vão dar no cassino,
olhando pra baixo e levantando um pouco a bainha do vestido que lhe modela o
corpo como uma segunda pele. Ela percebe o homem de aparência viril e de rabo
de cavalo que sutilmente a olha como se a estivesse despindo. Lia sente um leve
arrepio pelo corpo, por saber que está sendo desejada. A dois bancos dele está sentado seu marido
Elcio.
Lina pára perto do marido, deixando suas costas e e suas
nádegas serem admiradas pelo atraente desconhecido.
- Não deu, querido. Já alcançamos o teto dos nossos cartões.
- O quê?! Mas já? Eu pensei... pensei que tínhamos um
crédito especial...
- Não nos deram mais
crédito. Melhor assim! Vamos pra cabine e assistir um filme!
- Não! Não, Lina. Tô muito estressado com tudo que tá
acontecendo. Meu irmão preso. Milhões que não posso gastar. Não, não vamos ver
filme nenhum... vamos pra outro bar que eu preciso de outro drinque.
- Tudo bem. Vamos pro El Congo bar. Mas se você cair de sono
eu te deixo lá!
Rafer escuta o diálogo e de imediato começa a planejar pra
se aproximar da esposa de Elcio.
O El Congo bar ficava no deque acima do Cassino. Lá o
pianista tocava musicas suaves, próprias pra dançar. Rafer vê quando Elcio
chama a garçonete. Antes que ela aceite o cartão dele, Rafer se adianta e
entrega o seu. Elcio e Lina o encaram surpreso.
- Por favor, me perdoem a intromissão. Permita-me que lhes
pague os drinques. Me chamo Rafer e sem
querer escutei o diálogo de vocês ainda pouco. Acho que nossos destinos se
cruzaram. Posso sentar?
- Essa é minha esposa Angelina. Do que o senhor está se
referindo.
- A alguém preso e numerário intocável. Eu mesmo estou numa
situação parecida. Não quis arriscar a chegar em qualquer aeroporto da Europa e
encontrar uma ordem de prisão por lá.
- Pode me chamar de
sra. Angelina, sr. Rafer. Mas, por que o senhor está nos contando isso?
- Pode me chamar de Rafer. Eu financiei...
- Prefiro manter a formalidade sr. Rafer. E também acho que
essa conversa termina por aqui.
- Por favor!! Quanta hostilidade. Sei que a senhora está
sóbria. O Elcio nem tanto, mas minha proposta é interessante pra vocês e vai
tirar seu marido deste estado de depressão que ele está. Mas, se não quiserem
escutar, tudo bem. Vou embora já!
- Ok, Rafer, posso não estar sóbrio, mas gostaria de escutar
você.
- Bom. Minhas contas no Brasil estão congeladas até a
apuração final de meu envolvimento com um senador, já falecidas. Eles não vão
encontrar nada, mas estou sendo investigado.
- Eu tenho dinheiro vivo em minha casa e você vai querer que
eu lhe empreste. É isso?
- Não. Voce vai trocar por dólares. Lá na Europa.
Enquanto os dois estão dialogando, Lina pesquisa no telefone
sobre Rafer. Ela se espanta com tanta coisa que encontra. Mas de tudo uma coisa
é certa. Ele é riquíssimo.
- ... pois é, meu irmão está preso. Mas antes ele foi lá em
casa com cinco milhões de reais em dinheiro vivo! Foi exonerado da estatal que
trabalhava e se ele disser que o dono da grana sou eu, tô fudido!
- Ele não faria isso!
- Ah, você não imagina o canalha que ele é. Um dia depois
que embarcamos, ele foi lá em casa e escondeu o dinheiro no alçapão da garagem.
Me ligou contando tudo e horas depois foi preso.
- Como podemos fazer essa troca, sr. Rafer?. Qual a garantia
que meu marido terá?
- Ah, fico feliz que enfim a senhora tenha me escutado. Me
chame por Rafer, por favor.
- Prefiro manter a formalidade já que estamos falando de
negócios.
- Voces mandam alguém de confiança ou da família pra essa cidade na Europa. Lá
um contato meu tratará de tudo pra abrir uma conta em nome dessa pessoa. Será
depositado então o equivalente em dólares e os reais deverão ser entregues ao
meu contato no Brasil.
- Parece interessante... mas, não temos ninguém que possamos mandar...
- Tem que ter. Pense sobre isso. Eu preciso de reais e não
tenho escrúpulos de não perguntar qual a origem dessa conta. Como sinal de
minha boa fé, passo pra vocês esse cartão carregado com dez mil dolarers. Voce
poderá pagar o que já deve e guardar o resto pra financiar a viagem do seu
enviado. Embora lá ele não gastará nada pois cuidaremos de toda estadia.
Os olhos de ambos se arregalam. Lina enrubesce quando nota o
olhar dele por todo seu corpo enquanto estende
o cartão para o marido.
- Lina querida, acho que vou lá no Cassino saldar a dívida
de nossos cartões e...
- Elcio, você me permitiria uma dança com sua esposa
enquanto você vai lá?
- Não pergunte a mim! Lina é livre pra dançar o quanto
quiser!
Lina sente subir um calor pelo corpo ao ser enlaçada gentilmente pela cintura. Ela se
deixa levar como um zumbi, não ensaiando nenhum protesto ao sentir a mão dele
tateando ao lado de sua cintura. Ela prende a respiração quando percebe que ele
está se certificando que ela está totalmente nua por baixo do vestido.
- Quero você! Com todo respeito, desejo você como não
desejaria nenhuma outra mulher aqui! Encoste-se mais em mim...
Controlando sua excitação e nervosismo, Lina não se altera quando a virilidade dele
pulsa um pouco acima de seu monte de vênus. Mostrando frieza, ela lhe diz.
- Voce já sabe que estou sem calcinha. Mas isso é
simplesmente por uma questão de estética e não pra satisfazer qualquer cretino
falastrão! Não tenho nenhum desejo pelo senhor
e nunca trai meu marido Elcinho! Portanto vamos manter nossa relação
somente sobre negócios.
- Cretino, sim. O que eu afirmo, eu cumpro. Mas,
afirmando minha cretinice... nossa
relação de negócios só se realizará no que depender da senhora, dona Angelina.
- Como?! Isso é pura chantagem! O senhor não pode estar
falando sério! Eu... eu... não...
- Voce é quem decide, minha querida! Voce sabe o quanto eu
estou desesperado por você! O quanto eu faria tudo por você! Leve isso em
consideração. Além de um milhão e pouco de dólares que vocês terão!
- Um milhão e quinhentos e quinze mil dólares. Sem descontar
os dez que o senhor já deu!
- Voce é maravilhosa! E esperta! Que tal trabalhar pra mim?
- E cornear meu marido? Jamais. Por favor, se afaste um
pouco de mim. Elcio já deve estar voltando! Que tal falarmos como vai ser
aberta esta conta e por quem.
- Só se você for comigo até o convés e tratarmos disso lá.
- O senhor promete que vai manter sua palavra?
- Sim... se selarmos com um beijo!
Os dois voltam pra mesa e ficam em silencio esperando pelo
marido dela. Rafer tenta inicia uma conversa, mas Lina balança a cabeça
negativamente.
Lina pretende estar no controle, mas sente que seus
hormônios a vão traindo e que a situação vai se tornar insustentável pra ela
continuar fiel e honesta ao marido. Sente o olhar desejoso em cima de seu corpo
e o clima de que ele sabe que ela está sem calcinha lhe dá uma irresistível
vontade de acariciar a xaninha. Ela cruza as pernas e sente um prazer
momentâneo ao apertar a xana com as coxas.
O odor do próprio corpo chega às narinas de Lina e a excita
ainda mais. Ela tem um leve tremor imaginando se Rafer está sentindo também.
Ela levanta os olhos e o encara com bravura, mas rendida.
Rafer respira fundo parecendo absorver o odor da fêmea no cio.
- Não acha que ele está demorando muito? Vou ver o que está
acontecendo.
- Sr. Rafer! Não adianta ir. Já sei o que está acontecendo.
Ele está jogando! Vamos pro convés. Estou precisando de ar. Espero que o senhor
não se aproveite de mim!
Rafer se levanta e lhe estende a mão. Sente que ela está
levemente tremula. Ele segura cavalheiramente pelo braço enquanto andam. Quando
passam por um corredor deserto, Rafer segura os braços de Lina, fazendo com que
ela fique de frente pra ele e a beija. Ela não se esquiva, mas tem os lábios
tremendo e se deixa abraçar sem retribuir o abraço.
Rafer desce uma das mãos e apalpa em concha a bojuda bunda
dela. Lina não reage a isso nem a língua dele que acaricia a sua.
De repente, Rafer desfaz o beijo e puxando-a pela mão se
dirige ao banheiro ali no corredor.
Num último ato de resistência, Lina se solta da mão de Rafer
e com expressão indignada lhe repreende sem muita convicção.
- Por favor, pare! Eu não posso estar fazendo isso! O senhor
me entendeu mal!
- Não há o que temer,
querida! Você não pode negar que essa umidade na sua xaninha não
signifique que você está excitada! Vamos, entre aí no banheiro.
E nos vinte minutos seguintes, Lina gozou com a língua de
Rafer serpenteando em sua xaninha e depois no cuzinho. E quando menos esperou
se viu sodomizada com toda sua
aquiescência.
Totalmente descabelada e rebolando agora como uma perfeita
deusa anal, ela sente a erupção de esperma conforme os espasmos de gozo se
transformam em movimentos do baixo ventre dele batendo na xaninha e nas partes
inferiores de suas bojudas nádegas. A esposinha aperta o esfíncter como se
estivesse sugando como uma boca. as últimas
contrações do seu orgasmo.
Fica difícil pro amante continuar deslizando a torona até ela relaxar e sentir que a própria passa a rebolar sensualmente, fazendo com que ele dê
Fica difícil pro amante continuar deslizando a torona até ela relaxar e sentir que a própria passa a rebolar sensualmente, fazendo com que ele dê
O macho respira o ar como se estivesse se afogando, sentindo
que ela rebola mais freneticamente até atingir o próprio clímax orgástico. Ela
volta a sufocá-lo com os seios e um rouco e longo soluço ecoa de sua boca.
Passado alguns minutos, ela está sentada no vaso e ele limpa
o cacete numa das toalhinhas. Ela pede pra ele sair.
- Eu, eu acho que vou... fazer... cocô!
- Use todas as toalhinhas que precisar. Estarei te esperando
do lado de fora.
Uns dez minutos depois, ela aparece toda linda e com os
olhos baixos diz.
- Só saiu esperma... que bom! Mas é a mesma sensação que
tenho sempre que acordo pela manhã. Bom, vamos encontrar meu marido antes que ele
se toque desse tempo todo que se supunha que fosse só uma dança comigo que você
lhe tinha pedido!
Eles caminham separadamente com ela a frente, sabendo o
quanto de prazer estava dando ao olhar dele.
Chegam ao El Congo bar e percebem que Elcio deveria estar no Cassino.
Não deu outra.
Elcio está sentado no bar segurando a cabeça com uma das
mãos, quase dormindo.
- Quando ele passa do limite a pressão dele baixa e ele
simplesmente desaba. Ele está a um passo disso. Vamos levá-lo pra nossa cabine.
Rafer faz sinal pra dois seguranças e eles levantam Elcio e
o carregam seguindo Rafer e Lina.
- Olha, Lina! Minha suíte está mais perto do que a cabine de
vocês. Vamos deixa-lo lá e pedir ao
médico que vá vê-lo.
Lina se deslumbra com a extensa varanda que dá vista pro mar.
E sente uma satisfação, um pouco culposa,
por ter sido seduzida por um homem poderoso como ele. E mais ainda, ela
continuava excitada e não saciada.
- Rafer, eu já passei por isso. É só deixar ele dormir. Não
precisa chamar o médico.
Ele sente os eferomas de Lina se exalando no ar. Os dois
seguranças agradecem o gratificação que recebem e vão embora. Ao se virar, ele
deixa o queixo cair com a visão do curvilíneo corpo nu da bela esposa de Elcio.
Ela tinha tirado o vestido enquanto Rafer se dirige a porta com os dois
seguranças.
- Agora é minha vez de retribuir do mesmo modo às duas
primeiras gozadas que você me deu. Eu não sei o que há comigo, mas eu sempre
pensei se algum dia eu fosse trair o Elcio, eu começaria por chupar o cara! Eu,
tenho até vergonhar de confessar, mas tenho essa compulsão de sentir um pênis
pulsar dentro de minha boca! Eu quero, quero mesmo que você me deixe te chupar
sempre que te pedir! Voce promete?!
- Voce é fabulosa, Lina! Vou satisfazer você completamente!
Sinto que você adoraria estar numa orgia, não é?
- Eu... eu não quero ser prostituida!
- Jamais querida! Voce fará qualquer depravação que quiser
junto comigo! Agora me faz uma demonstração de sua habilidade de boquete!
Lina se aproxima dele e o beija suavemente. Ela curte ele se
desesperar, se esfregando no corpo dela,
lhe passando a mão por todas suas reentrâncias, tentando lhe beijar os
seios enquanto ela fica impassível lhe passando a linguinha pelos lábios dele
enquanto lhe segura o rosto com as mãos.
Depois, segurando a mão dele, o conduz até a beira da cama.
Antes que Rafer se sente, Lina se abaixa e o despe das calças e da cueca. Ela chega a sentar-se encima das panturrilhas
para melhor observar embevecida o belo cacetão do seu sodomizador. Toda a
compulsão por mamar jebas reprimida durante tantos anos aflora de maneira tão forte que ela tem um
acesso de riso nervoso.
O pauzão de Rafer parece querer saltar fora da virilha ao
ver os belos seios de Lina tremerem conforme ela ria. Gentilmente ele passa uma
mão pela nuca dela e a traz até poder beijá-la. Isso faz com que o páu dele se encaixe
entre os seios e Lina sinta o corpo vibrar com a quentura e a pulsação da tora
muscular que já começa a expelir pré-semem.
Agora quem está em desespero é Lina. Ela quer esfregar os seios na torona e ao mesmo tempo
chupá-la. Maliciosamente, Rafer segura sua cabeça firmemente, não deixando que
ela complete seu intento até o momento que ela começar a balbuciar mesmo com a
boca colada a dele.
Quando Lina tem sua cavidade bucal enchida pela imensa
cabeçorra, Elcio se mexe no sofá soltando um ronco. Atrás do sofá, Lina já
consegue engolir a metade da rolona de Rafer e vibra com a expectativa dele
jorrar com abundancia em sua garganta, logo logo.
Quando isso acontece e por mais que Lina estivesse
preparada, ela se surpreende com a enxurrada da ejaculação que engole e que
ainda lhe escapa pelos cantos da boca.
Seus olhos estão arregalados de admiração e orgulhosa de si mesma por
fazer um homem gozar com sua boca.
Durante todo o processo Lina alternava em dedilhar a xaninha
e apertá-la entre as coxas. Ela chegava perto do orgasmo, mas não conseguia
completá-lo.
- Venha cá, minha deusa! Venha cá!
Rafer tenta puxá-la pra cima da cama, mas ela resiste em
deixar a rola dele escapar de sua boca. Por fim ela cede e então Rafer a
posiciona na feição de sessenta e nove. Lina por fim goza do jeito que sempre
sonhou. Com a boca cheia de rola e o dono lhe sugando a xaninha e chupando com
avidez o clitóris.
Não passou dois minutos quando os dois ainda ofegantes, veem Elcio se sentar abruptamente, balançando
feito um zumbi. Lina rapidamente vai até ele e delicadamente lhe sussurra no
ouvido.
- Voce tá sonhando, Elcio querido! Volte a dormir. Deite-se.
Assim, assim. Durma agora.
Rafer se chega por trás dela que está inclinada com os
seios pressionados no encosto do sofá.
Ele se agacha e enfia o rosto no rego da bunda da safadinha esposa, passando
a lubrificá-la com a língua. Lina sussurra roucamente sentindo sua
libido afluir totalmente pro seu anus.
- Me... me enraba... enraba de novo!! Vai! Mete mais uma vez
no meu cuzinho! Mete!
A mão dela ainda acaricia a cabeça do marido quando sente a
cabeçorra ultrapassar seu anelzinho apertado sem nenhum desconforto dessa vez.
Rafer tem que lhe tapar a boca com a mão quando ela começa a
gozar. Em seguida, ela é praticamente arrastada
até a beira da cama e lá, já saciada, ela se deixa sodomizar com os
fortes golpes que Rafer dá encima de sua bunda até ele gozar intensamente.
Dez minutos depois ela se levanta e vai até o banheiro. Põe
uma touca na cabeça e enquanto a morna água reconfortante lhe escorre pelo
corpo, ela repassa os fatos acontecidos nas últimas duas horas. Um sorriso de
felicidade de quem descobriu um novo mundo aparece em seu belo rosto.
Sem nenhuma roupa ela abre a porta do banheiro e dá de cara
com o marido. Os dois gritam ao se assustar, mas Lina recobre seu sangue frio
primeiro e dá uma rápida olhada pra cama. Rafer tinha sumido.
- Querido, volte a dormir!
- O quê estou fazendo aqui?
- Rafer, se lembra dele? O Rafer? Pois bem, ele nos
emprestou essa suíte porque você estava muito mal e era muito difícil te
carregar até nossa cabine. Como a dele era mais perto...
- Sei, sei. É o caro que vai fazer aquela transação, não e´?
Mas, deixa eu mijar e vamos pra nossa cabine depois.
- Ah não, Elcinho! Eu já estava me preparando pra dormir
aqui já que você dormia tão tranquilamente. Vamos aproveitar e ficar até
amanhã. Ele disse que nós podíamos fica aqui o quanto quiséssemos!
- Não, não! Eu não conseguiria relaxar. Vou pra nossa
cabine.
- Ah, vou ficar, Elcio!
- Tudo bem. Mas tranca a porta!
Quando a porta se fecha, Lina vai correndo até a varanda. No
meio do caminho, Rafer deitado ao lado da cama oposto ao sofá lhe pergunta.
- Que idéia foi essa de querer que ele ficasse aqui?
- Eu conheço o corninho! Sabia que ele ía me deixar ficar!
Eu estou faminta! Tenho direito a serviço de quarto?
- Tudo o que você quiser, princesa! Tudo o que você desejar!
Lagosta, champanhe e morangos com sorvete foram levados a
suíte do sr. Rafer.
Por telefone
Rafer é avisado que o carrinho com o café da manhã está junto a porta da
cabine. Ele se levanta e entreabre as cortinas que dá pra varanda e um
claridade inunda o quarto. O navio desliza pelo mar azul.
Abre a porta
e traz o troley com um farto café da manhã pra dentro. Lina ainda dorme quando
ele se dirige pro banheiro.
Depois de
toda higiene feita ele volta ao quarto e já encontra Lina se servindo de uma
xicara de café que em seguida passa a mesma pra ele. Ela está nuazinha.
- Huum, como
está limpinho e cheiroso! Deixa eu fazer uma coisa antes que o Elcio venha dar
as caras por aqui.
Antes que
Rafer se dê conta, Lina vai se abaixando,
abrindo o robe dele e encostando o tarugo semi-flácido no rosto ao mesmo
tempo que o cheira murmurando monossílabos.
Quando ele
deposita a xicara na mesa, Lina já está com a tora dentro boca e suga
avidamente, fazendo com que o musculo comece a palpitar, rígido e macio ao
mesmo tempo.
- Lina Lina,
Lina! Voce é uma maravilhosa mamadora de jebas! Quem diria que
ontem a noite você estava exigindo formalidades de minha parte e agora está
como a minha deusa sexual preferida!
Lina deixa o
cacete escapar da boca e com a cara mais inocente lhe diz.
- Voce acha
que sei chupar gostoso teu páu, acha? Vai gozar na minha boquinha, vai?
E se meu
marido souber disso tudo que você tá fazendo comigo...? Me depravando. Me
sodomizando... Me deixando viciada em dar o cuzinho... Será que ele vai deixar?
Me bater?... Ou ser meu corninho?
Lina fala
intercalando chupadas na cabeçona da rola, deixando Rafer pronto pra ejacular
como um vulcão.
Ela sente que a qualquer segundo ele fará isso
devido ao modo que ele remete os quadris pra frente e pra trás. Lina,
excitadíssima, masturba Rafer com uma das mãos e com metade da rola dentro da
boca e com a outra mão, apertada entre as coxas, masturba a si própria.
Inesperadamente
é Lina quem começa a gozar. Ela urra deixando escapar o páu da boca e voltando
a abocanhá-lo, repetindo isso algumas vezes até chegando ao clímax, engolindo
toda a tora até a ponta de seu nariz tocar os aparados pentelhos da virilha de
seu amante.
Rafer está
respirando pesadamente com os dente trincados e um olhar de sátiro devasso,
observando a boquinha da esposa de Elcio ir deslizando na direção da glande, deixando
um rastro de baba brilhante que escorre e cai nos seios dela. Ele explode.
Os olhos de
Lina se reviram quando ela sente e tenta engolir toda jorrada de semem em sua
boca.
Rafer tem os
movimentos dos quadris descontrolados, mas Lina consegue mantê-lo dentro da
boca por todo o tempo em que ele está gozando.
Cinco
minutos depois, Rafer ainda está recuperando a respiração, meio tonto ele
procura uma cadeira. Lina está sentada de lado e com uma das mãos recolhe com
os dedos o que sobrou da ejaculação pra em seguida chupá-los.
- Angelina!
Lina! Abre a porta!
Por um
segundo Rafer e Lina ficam estáticos. Ela logo toma a iniciativa de pedir, com
um sinal, o roupão de Rafer. Ele, agora nu, se joga pra baixo da cama. Lina
posiciona o lençol caindo da cama pro chão, tapando assim qualquer visão pra
baixo da cama. Passando a manga do roupão pelo rosto, ela se dirige a porta.
Abrindo a
porta ela se depara com o marido e o filho André. Ficou surpresa por isso.
- Bom dia,
meninos! Entrem! Venham tomar café comigo.
Lina faz
menção de beijar primeiro o filho depois o marido.
- Iih, mãe!
Pára com isso! Limpa o rosto. Tem um pouco de iogurte caindo do seu lábio
inferior!
Os três se
sentam à mesinha e André passa a se servir sem cerimônia. Se havia alguma
dúvida pra Elcio de que sua esposinha passara a noite sozinha naquela suíte, se
dissipa quando ele nota que só uma xicara já estava com café e que agora ela dá
um gole.
- Temos que
ir, Lina. Temos também que combinar com Rafer como vamos fazer a tal
transferência.
No deck das
piscinas, Elcio tenta controlar sua ansiedade. Lina, relaxada e toda bela
vestida num biquíni amarelo deixa o sol lhe lamber o corpo. Uma garçonete se
aproxima de Elcio e lhe entrega um envelope. É um convite para que ele e a
esposa fossem ao almoço na suíte do Rafer, dentro de meia-hora.
Rafer os
recebe à porta. Ele contratou um dos garçons como mordomo. Ele pede ao casal
que pelo menos até o fim da refeição não se tocassem no assunto principal.
Elcio dá
mais ênfase ao vinho do que a comida e em uma hora duas garrafas e meia são
consumidas. Pelo menos uma inteira por Elcio.
- Bom...
chegamos amanhã em Salvador. Sugiro que você, Elcio, desembarque e espere meu
funcionário entrar em contato com você. Ao mesmo tempo você deve mandar alguém
de sua confiança à Europa onde um dos meus executivos cuidará pra abrir uma
conta no banco com essa pessoa. Imediatamente se fará o depósito de um milhão e
quinhentos mil dólares e então...
- Um milhão,
quinhentos e quinze mil dólares, sr. Rafer!
- Certo,
sra. Angelina. Me perdoe mais uma vez.
- Querido,
acho que a Noemia é a pessoa certa. Ela está de férias e precisa se afastar
daquele cafagestezinho do...
- O quê?!
Voce está louca! Meter nossa filha nessa embrulhada! Nunca!
Não precisou
de muito tempo para que Lina convencesse o marido de que a filha de dezenove
aninhos se tornasse a beneficiária da conta.
- Elcio e
sra. Angelina, é necessário que isso seja arranjado o mais rápido possível
antes que o navio deixe as águas brasileiras. Telefonem pra sua filha e vejam
se ela concorda.
Noemia está
com pênis do namorado dentro da boca e com olhar de quem pede aprovação, quando
o celular toca insistentemente. Ela não quer parar a felação, pois foi
prometendo fazer isso com ele que conseguiu que reatassem o namoro.
- É melhor
ver quem é, Noemia! Com esse trim trim não vou conseguir me concentrar!
Noemia
franze as sobrancelhas ao ouvir o que sua mãe está lhe pedindo. Ela responde
que precisa de um tempo pra pensar.
- Escuta,
querida! Possivelmente você está com esse escrotinho aí em casa tentando
conquistá-lo. E você sabe que ele vai continuar saindo com tuas colegas e te
humilhando. O que estou oferecendo é que você vai fazer uma viagem pela Europa
e ficar o tempo que quiser.
- Eu... eu
topo!
Sem dizer
uma palavra ao namorada, Noemia foi em busca de seu passapote. Quando voltou ao
quarto pediu pra ele ir embora.
- Mas...
mas, agora? Por que?
- Papai está
vindo!
Duas horas
depois, um negro enorme e bem vestido dirigindo um carro de luxo foi apanhá-la.
Levou-a a fazer algumas compras e lhe fez companhia até a hora de embarque na
classe executiva.
Voltemos ao
navio cruzeiro. Elcio, Angelina e Rafer estão jantando. Lina está deslumbrante,
vestindo uma calça cigarrete e uma camiseta de seda que vai até metade das
coxas e sapatos Laboutin. Presentes comprados na butique do navio. E, pra não
fugir à regra, sem calcinha.
- Noemia
chega a Paris amanhã pela manhã. Joel, meu sócio, está esperando por ela e
cuidará de toda hospedagem e da abertura da conta. Voce, Elcio, desembarca
amanhã e já tem uma passagem de avião pra você seguir pro Rio. Lá, você ficará
hospedado num hotel junto com Bernardo, meu outro sócio. Só quando você receber
o telefonema de sua filha e o recibo do depósito e que deverá ir a sua casa e
entregar a grana pro Bené. Entendeu?
- Sim. Mas,
por que só eu que desembarco e não a Lina e o André juntos?
- Bom, não
me leve a mal. Mas, eu sou a parte mais vulnerável aqui. Supondo que na hora de
entregar o dinheiro ao Bené, você dá um jeito e não faz o combinado? A sra.
Angelina fica como sua boa fé. Assim que o Bené confirmar a entrega, ela fica
livre de ir. Acredito que ela desembarca em Fortaleza, pra onde o navio vai
depois de Salvador.
- Não! Assim
não! Eu fico e ela vai pegar o dinheiro!
- Mas...
mas, querido! Eu não sei onde ele está! E ainda por cima ficar com um estranho
num hotel... Não! Não, amor, aqui estou mais segura e sei que tudo vai dar
certo.
- Tá... tá
bem. Mas, o André fica com você!
Lina e Rafer
se entreolham disfarçadamente. Parecem que o plano deles de uma jornada de
orgia até Fortaleza ía por água abaixo.
- Ah, claro!
Claro! Andrezinho fica comigo.
Telma está
assistindo televisão quando atende o telefone. É Rafer do outro lado da linha.
Trocam amenidades e então ele vai direto ao assunto.
- Minha
querida, quero a Larissa amanhã aqui em Salvador. Ela vai seguir viagem até
Fortaleza.
- O quê, seu
cretino! De jeito nenhum! Já basta você me fazer de gato e sapato! Deixa a
Larissa fora dessas tuas depravações. E não me trata por querida!
- Querida,
baixa essa bola! A liberdade do larápio de teu marido depende de você me
obedecer. Não se esqueça disso, querida!
Rafer escuta
o choramingo de Telma. O que ela não sabe é que Larissa foi ao escritório de
Rafer pedir para que ele não entregasse o pai a policia, devido ao
desfalque que ele deu na firma. Larissa com arrogância juvenil foi desarmada
por Rafer e também se tornou vitima de chantagem. Mas, ao contrário da mãe Telma,
ela não se arrependia e tornou-se assídua a festinhas na cobertura de Rafer.
- Voce é
cruel! Cruel! Por favor, a Larissa não! Eu vou no lugar dela!
- Voce está
se desesperando atoa! Eu preciso dela e do teu marido também. É pra ele vir
junto.
- Ah, meu
deus! Que bom! Me desculpa então. Voce
sabia que ela está noiva. É um bom moço, mas ele é quase quinze anos mais velho
que ela.
- OK. Mas
quero que você compre os bilhetes pra eles embarcarem amanhã.
- Tudo bem,
farei isso o mais rápido possível. Ah! Rafer, será que... oh, meu deus, odeio
isso que vou pedir, mas será que você poderia repetir comigo... você sabe, né?
- Ah, que
legal que você está se adaptando as minhas perversões, como você mesma
reclamava!
- Filho de
uma puta! Voce tripudia em cima de minha fraqueza! Cretino!
- Calma,
Telminha! Relaxa! Gosto de ver você zangadinha! Vou ver se posso ir aí antes
que o navio saia. Adoro você, querida!
Telma,
apesar de ter sido chantageada e submetida aos caprichos sexuais de Rafer,
agora se sente lisonjeada com a afeição que ele demonstrou. Mal sabe ela que
Rafer está mandando Bernardo, seu
ajudante mais próximo, ter uma “palavrinha” com a bela Telma. Ela vai ter seu
primeiro relacionamento interracial.
Lina não
consegue resistir aquele homem que a domina sexualmente e financeiramente ao
marido dela. Ela corresponde aos beijos apaixonados que recebe de seu novo
macho de cabelos grisalhos e se torna febril com o roçado da genitália dele em
seu corpo.
Minutos
atrás ela, o marido Elcio e o amante Rafer, tinham acertado todo o esquema para
que Elcio desembarcasse em Salvador no processo de passar o dinheiro, montante
de cinco milhões de Reais, ao enviado de Rafer que depositaria cerca de um
milhão e meio de dólares num banco europeu.
Para isso
foi necessário que a filha do casal, Noemia, fosse enviada até Paris, onde lá o
sócio de Rafer tomaria as providencias para a abertura de conta em Luxemburgo
em nome dela que, lógico, passaria para o nome do pai.
Elcio não
gostou da idéia de deixar sua esposa Lina como uma espécie de refém até que
toda operação fosse concluída, que se esperava dentro de quatro dias quando
então o navio aportava em Fortaleza.
Rafer pediu
licença a Elcio para dançar com Lina. Ele consentiu de cara amarrada, sabendo
que nada impediria do contrário.
Enquanto
dançam, a respiração de ambas se torna acelerada. O pênis endurecido de Rafer
roça entre as coxas de Lina que sabidamente está sem calcinha.
Os três tinham consumido duas garrafas de
vinho jantar. Lina sabia que era questão de tempo que o marido se sentisse
sonolento.
Como na
noite anterior, os dois levaram Elcio para a cabine e então, voltamos ao
momento em que Lina e Rafer estão se agarrando, estando o marido dela
esparramado de bruços na cama.
- Pára...
espera um momento, aqui não! Não quero passar pelo mesmo susto da noite
passada! Quero que você me sodomize em outro lugar... diferente!
- Vamos pra
minha suíte?
- Não...
No ponto
mais alto do navio onde fica a chaminé, vamos encontrar Rafer com a face
enterrada entre as polpudas nádegas da esposinha de Elcio que murmura
desvairadamente pela caricia da língua
do macho em seu anus e das mordidinhas
por toda sua bunda.
Mais alguns
minutos e Lina se alucina com os chupões em seu pescoço e o cacete da grossura
de um punho deslizando pra dentro e pra fora de seu cuzinho.
- Me dá! Me
dá esse cuzinho, sua safada! Rebola! Rebola essa bunda! Sente minha rola
entrando e saindo desse cuzinho aveludado? Sente?
- Mais!
Quero mais! Com mais força! Mete com força! Assim, assiiiim!!
Os dois não
se entendem quanto a questão de ela rebolar e ele meter com mais força. Mas os
movimentos frenéticos e desconexos de ambos ajudam ao prolongamento do prazer.
Num dado
momento, Rafer faz Lina parar o rebolado empalmando com firmeza uma das nádegas
dela. Em seguida leva a outra mão a agarrar parte dos cabelos na nuca da infiel
esposinha, fazendo gentilmente que ela vire a cabeça até o ponto que ele possa
beijá-la.
Lina por sua
vez, sente a dominação do macho. Tanto ela como Rafer estão prontos pra gozar.
Ela fechas as pernas, cruzando nos calcanhares, fazendo assim com que seu anus
carinhosamente aperte mais ainda ao redor do cacetão dele que mansamente está entrando e saindo até a
metade de toda sua extensão.
Totalmente com
o corpo desequilibrado, Lina se abandona aos braços firmes do amante, como se
fosse uma boneca de pano deixando que o torão dele e seu cuzinho sejam a fonte
de prazer que lhe dará o orgasmo.
Os gritos de
ambos se esvaem junto aos ventos naquele céu estrelado que parecem a Lina que
estão bem perto de seus olhos. Sim, ela vê estrelas de tanto prazer.
Minutos
depois, ainda arfando, Rafer a beija pela nuca e ombros , suavemente deixa sua
rola escorregar pra fora do cuzinho da esposinha do Elcio.
- Espera!
Espera! Mete de novo! Não quero que teu gozo escorra pela minhas coxas e manche
minha calça Versace que você me deu!
- Meu amor,
você terá muitas outras mais! Não se preocupe! Olha, aqui tem o meu lenço!
Lina pega o
lenço e está prestes a passar no rego da bunda quando pára de repente com um
sorriso maroto nos lábios e encarando Rafer.
Os dois, sem
se importarem, chegam de braços dados ao bar do cassino. Lina tem um leve
sorriso no rosto e um rubor de quem está envergonhada. O lenço de Rafer foi
enrolado, dobrado em dois, dado um nó nas pontas soltas e agora está inserido
no cuzinho dela.
Elcio passa
pelo corredor de desembarque do navio com expressão preocupada no rosto. Ele
tem uma função a cumprir que está em jogo a transferência de cinco milhões de
reais, desfalque dado por seu irmão num banco, para uma conta na Europa. Ele
está totalmente nas mãos de Rafer que coordena toda operação com a promessa de
o montante em Reais será depositado o equivalente em dólares no banco europeu.
Outro motivo
de preocupação é que sua esposa ficaria no navio até a transação ser concluída.
- Ainda bem,
que o sacana concordou que o André ficasse com ela.
Assim
pensando, Elcio acredita que a presença do filho deles garantiria a fidelidade
de Lina aos avanços de Rafer, o charmoso sacana de cabelos grisalhos.
Envolto em seus
pensamentos, Elcio percebe uma belíssima jovem agarrada ao braço de um senhor
de aparência respeitosa que passam por ele em sentido contrário.
- Puxa,
papai! Que maravilha! O tio Rafer é muito legal em nos chamar pra essa viagem
de cruzeiro!! Olha só! Que luxo! Ah, vou me diverti à bessa!!
- Não trate
o canalha do Rafer por tio! Voce não sabe o quanto ele me prejudicou e agora se
aproveita de mim e de sua mãe!
- Ok, ok! O
tratarei com formalidade. Mas, pai... o que você fez lá na firma... E quem
contornou tudo foi dona Telma!
- Sim, devo
muito a sua mãe. Mas, Rafer a faz trabalhar demais quando está no Rio. A Telma
sempre tem que trabalhar até mais tarde. Sem falar nas viagens que ela tem que
acompanha ele. Bom, o que será que esse canalha tá planejando.
- Pai, deixa
que eu vá falar com ele. Você se altera muito, Relaxa!
Pai e filha
se acomodaram na cabine e Larissa foi a
cabine de Rafer.
- Querida!
Voce está cada vez mais graciosa! Me conte de seu noivado!
- Depois.
Qual a razão de estarmos aqui? Não seria surpresa se fosse só eu! Mas, por que
também o papai?
- Sua mãe
quem sugeriu. Devido ao teu noivo.
- Então
afinal, vamos trepar ou não?
- Voce não
está noiva, sua sacaninha?
- Depois de
casada viro beata! Até lá, você, Joel, Bene e alguns mais têm que ma manter
saciada!
- Voce é
sensacional! Vem aqui, safada! Vem que vou te chupar todinha!
- Depois.
Qual a razão de eu estar aqui?
- Ah, não!
Vem aqui, vem! Me dá tua xaninha pra eu chupar gostosinho a minha menininha!
- Pára
Rafer! Fala logo!
Era
inacreditável de ver aquela jovem recém saída da adolescência falando com
autoridade com aquele homem poderoso.
- Ok. Tem um
jovem rapaz que eu quero que você o seduza.
- Hãhã, o
que mais? Pelo jeito você tá comendo a mãe dele!
- Não é bem
isso que você está pensando...
Logo, Rafer
faz Larissa ficar ciente do que está acontecendo sobre a transferência do
dinheiro. Omitiu que ele estava com suas contas bloqueadas é que ele precisava
desse dinheiro pra azeitar o judiciário a seu favor.

Durante a
janta, Larissa avistou Rafer com uma belíssima mulher e um garoto que deveria
mais ou menos da idade dela. Talvez um ano ou dois mais novo que ela.
Mais tarde,
vestida pra deixar todos os homens de boca aberta, Larissa foi até a discoteca.
André ficou boquiaberto não só pelo visual de Larissa, mas também por ela ter
puxado papo com ele.
Lina e Rafer
ficaram até tarde pelos bares do navio. Lina pensou que ele já estava perdendo
o interesse nela, já que ela insinuara que queria ir pra suíte dele.
- Calminha,
meu amor! Ninguém tem mais tezão por você do que eu. Agora, vá até sua cabine e
pegue sua escova de dente.
Lina sorriu,
já imaginando o que seria a noite naquela maravilhosa de vista pro mar. Abrindo
a porta ela dá de cara com o filho André agachando entre as coxas de uma
belíssima moça, que seria muita areia pro caminhãozinho dele. Lina notou que o
filho se masturbava enquanto chupava a gostosa a sua frente.
“Cacete! Que
pirocão que esse garoto tem! A quem ele puxou?!”
Lina voltou
a fechar a porta atrás de si e entendeu a manobra de Rafer, que a estava
esperando no fundo corredor com um sorriso sacana no rosto. Ele tirou do bolso
uma escova de dente e estendeu pra ela.
Na manhã
seguinte, um agitado André procurava pela mãe. Foi em vão. Então se lembrou que
ela poderia estar na suíte cedida pelo coroa que ela e o pai fizeram amizade.
Levou um tempo até encontrar alguém que lhe disse onde era, mas o acompanhou
até lá, já que ali era uma área restrita.
Rafer estava
acabando de ejacular na boca da mãezinha dele quando ouviu as compassadas
batidas na porta.
- Deve ser o
André. O que eu faço, meu deus?!
- Lá vou eu
pra baixo da cama... Diga que você vai ficar aqui enquanto ele estiver
namorando a Larissa. E que estou em outra cabine.
Dessa vez
Lina se certificou de que limpou bem a boca e o queixo pra não restasse nenhum
vestígio de esperma como aconteceu da última vez em que o marido lhe disse que havia
resto de iogurte ao lado da boca.
- Puxa mãe!
Que bacana! Bom, eu vim pedir desculpas por ontem a noite. Não vai se repetir,
prometo!
- Nada
disso, neném! Quem sou pra impedir um garanhão como você e ainda mais com uma
boazuda como aquela! E como você é graaaaande!
O filho
enrubesceu ao escutar sua mãe lhe dizer aquilo, mas ao mesmo tempo vibrou de
tezão por saber que poderia levar Larissa pra cabine a hora que quisesse.
- Mas... e a
senhora?! Ele vai deixar que fique aqui até desembarcamos?
- Sim, ele é
muito bondoso e devido aos negócios que ele está tendo com teu pai, está
fazendo essa gentileza. Ontem, eu expliquei o que aconteceu lá na cabine e ele
praticamente implorou que eu me mudasse pra cá.
- E ele?
- Ele tem
ações dessa companhia de cruzeiros, assim o capitão facilita tudo pra ele! Bom,
me espera lá na cabine pra me ajudar a trazer a mala pra cá.
Assim que
teve a cabine pra si, André saiu a procura de Larissa. Sua mãe Lina fazia furor
na piscina ao desfilar com um conjunto de sandálias, biquíni e chapéu Prada.
Rafer disse que iria se comunicar com Joel pra saber quando Noemia chegaria em
Paris. Nisso o telefone toca.
- Ah, sim!
Ela tem livre passagem em vir aqui. Sim, a hora que quiser.
- E aí, seu
velho pervertido! Se babando com aquela coroa maravilhosa, hein??
- Devo muito
a você pelo favor que está me fazendo! Vou lhe recompensar como nunca você
imaginou e...
- Armandinho
quer se candidatar a vereador... depois a deputado...
- Ah, sim.
Entendi. Feito. E o André? Inexperiente?
- Huuum...
dá pro gasto! É bem dotado. Nunca vi alguém vibrar tanto quando fiz ele gozar
na minha boquinha! Hoje vou dar a bundinha pra ele. Voce não quer fazer uma
avant-première antes de eu dar pra ele?
- Claro!
Venha aqui mocinha e se incline na minha frente pra eu saborear teu cuzinho!
- Ah, antes
que eu me esqueça! Isso também faz parte do pacote de financiamento das
campanhas de meu futuro marido!
Larissa tira
o leve vestido pela cabeça revelando o esplendido corpo de mulher feita, com
leves formas ainda juvenis. Esplendor maior
era saber que ela estava sem calcinha e exalava o cio por todos os
poros.
Tudo leva a
crer que a potencialidade de Rafer estava diretamente ligada aos odores de
femea que se entregavam de bom gosto a ele.
Rafer
sentado deixou que a própria Larissa guiasse sua torona pra boquinha do próprio
anus e lentamente foi engolindo o musculo priapíco, soluçando com gosto.
Em minutos,
ela está com os pés apoiados em cada coxa dele, com as costas roçando no peito
dele conforme faz o sobe e desce e pouco
inclinada pro lado para facilitar que Rafer a beije ardorosamente na boca.
VI
- Olá, sou
Marina. Podemos lhe perguntar uma coisa?
- Sim, pois
não!
- Bom, é
que... puxa, não sei por onde começar...
- Deixa que
eu falo, Marina! Oi, querida, meu nome é Mia e nós somos um grupo em que alguns
são recém casados, mas todos são swingers!
- Ooh!?
- Nós vimos
você e o sr. Rafer ontem a noite lá no convés da chaminé! Nós queremos saber se
a festinha pra hoje ainda está de pé!
De volta a
suíte, depois de socializar alegremente com aqueles casais interessantes e de
prometer que haveria a tal festinha, Lina encontra Rafer tirando uma soneca.
À noite durante
o jantar, ela lhe conta o encontro com os casais de swingers.
- Vai ter a
festinha ou não?
- Oh!
Cacete! Tinha esquecido! Tinha prometido pra hoje, mas com você não vejo motivo
pra que eu continue com a idéia!
- Mas eles
estão ansiosíssimos que isso aconteça! Eles querem variar de parceiro e parece
que você é o homem certo que tem o lugar certo! Por mim... essa vai ser minha
primeira suruba!
- Bom, por
que não? Eu estava te querendo fazer uma surpresa mesmo!!
- Huuum! Já
sei que vou adorar essa surpresa!!
Dois
seguranças disfarçados de garçons recebiam os convidados no convés onde ficava
a suíte real e só o comandante, o dono do navio e convidados especiais tinham
acesso.
O capitão
cedeu a suíte real pra festinha de Rafer e ele próprio vestia o uniforme de
gala. Meia hora depois ele estava só com a gravata borboleta preta e Mia
sentada com a rola dele engolida por seu cuzinho, era penetrada na xaninha pelo
marido.
Lina estava
sentada de costas para alguém que lhe tomava posse da xana. A sua frente, a rolona
de Rafer brilha de tanta saliva que ela passa com a língua. O cara embaixo dela
lhe aperta as nádegas e fica cuspindo tentando acertar o brilhante conjunto de
preguinhas do rosado cusinho.
- Procurei
você por toda parte! O que houve? Voce não gosta mais de mim?
André fica
surpreendido ao mesmo tempo exuberante com sua autoestima. Era precisamente as
mesmas palavras que ele diria quando encontrasse Larissa.
Ela usa de
uma suposta condição de namorada abandonada antes que ele começasse a lhe fazer
perguntas.
Ela não
podia lhe contar que passou grande parte da manhã dando a bundinha pro Rafer
pra se sentir saciada na sua compulsão de ser sodomizada.
Ela, então,
o pega pela mão e praticamente o arrasta para a cabine, agora dele. André se
sente maravilhado e seu páu nunca esteve tão duro.
- Vem aqui,
vem! Olha! Olha o que tenho pra você!
Larissa
levanta o vestido e suas belas curvas são a moldura para sua xaninha com leve
penugem. André totalmente enfeitiçado se lança por entre as coxas dela. Logo as
mãos de Larissa estão na cabeça dele dando ritmo no que ela quer ao ser
chupada.
De repente
ela se afasta dele e sensualmente se dirige a cama e se deita de bruços
empinando as bojudas nádegas.
André
refeito da surpresa do abandono, sabia o que ele queria agora. Ela lhe tinha
prometido o cuzinho. Mas antes tinha que prestar homenagem aquele do qual ele
seria senhor logo logo.
- Vamos!
Vamos! A festinha do sr. Rafer já começou! Voce deixa eu comer o cuzinho da tua
prima hoje, querida?!
Essas
palavras vindas do corredor penetram
pelos ouvidos de Larissa como música. André não a estava empolgando o quanto
ela queria. Assim, polidamente ela o
convenceu a dar uma parada.
- Voce não
quer ir a uma festinha? Eu sei onde tem uma!
Como já
sabido, os seguranças já sabiam que Larissa tinha livre acesso onde o sr. Rafer
estivesse.
O ambiente
era como uma discoteca. Mas o que deixou André boquiaberto foi que as pessoas
estavam nuas e trepando em vez de dançando.
Quando se
virou pra perguntar a Larissa o que era aquilo ele a viu tirando o vestido.
Completamente nua, ela o encarou ao
mesmo em que tentava lhe tirar a camiseta pela cabeça. Como um autômato, André
continuou o que Larissa tinha começado enquanto ela lhe baixava a bermuda.
Antes de a
camiseta lhe sair pela cabeça, André sentir a boca morna lhe encaçapando a
imensa cabeçorra.
- Aaah,
Larissa!
- Meu nome é
Marina, querido! E quem tá segurando sua maravilhosa piroca pra que a chupe, é
meu marido!
- E Larissa?
- Saiu por
alí. Olha ela indo lá!
Sem nenhuma
consideração, André abandona o casal e corre pra alcançar Larissa que entra
em outro cômodo. Quando ele chega lá,
pára estupefato.
Uma mulher
com um dos corpos mais curvilíneo e sensual que ele já viu está com a rolona do
sr. Rafer na boca. Ela rebola suavemente em cima de virilha de alguém de costas
pra ele.
Rafer
arregala os olhos surpreso quando ver Larissa ali.
- O que... o
que você tá fazendo aqui? E ele também?!
- Mãe?! Mãe
o que é isso? O que a senhora tá fazendo?
Lina, meio
desnorteada devido a tesão, escuta a voz do filho. Quando vira o rosto a rola
de Rafer lhe escapa da boca espraiando saliva e gosma no ar.
André olha
perplexo sua mãe segurando uma rolona brilhante perto dos lábios e do queixo
melados de gosma da chupação que ela
estava fazendo.
Parece que
ele está entre estranhos num outro mundo. Ele não escuta sua mãe falando. Apenas
vê apenas uma mulher como uma das divas de suas fantasias sexuais.
Larissa
percebe o olhar hipnotizado de André e o involuntário endurecimento espetacular
da piroca dele. Maliciosamente ela, segurando a jeba dele, o vai guiando em direção onde a
soberba bunda de Lina está exposta e desprotegida à cobiça de qualquer macho.
A mãe,
apenas girando a cabeça, acompanha a movimentação de André em sua direção.
Então, ela grita angustiada ao perceber qual o intento dele.
- Não! Não!
Pára André, pára! Eu estou mandando! Saia já daqui!
Ela tenta se
mover, mas Rafer também parece em transe e espera que o incesto se conclua. Ele
passa seus braços pelas axilas de Lina e entrelaça os dedos as costas dela.
O cara embaixo
de Lina e penetrado em sua vagina, mantem os calcanhares dela firmemente
embaixo de seus sovacos e as mãos segurando pra baixo as panturrilhas dela.
Resumindo.
Os machos estão concebendo uma dupla penetração incestuosa. André agora faz
parte da gangue quando encosta a glande na boquinha do anus de sua mãezinha.
- Não Não
Não! Voce não! Não faça isso! André me escuta! Sou eu!!
Antes que
ela grite que é sua mãe, a cabeçorra da rola ultrapassa o anel do cuzinho. Lina
fica paralisada e involuntariamente começa sentir as pulsações da rola do filho
na entrada de suas preguinhas.
De repente
Lina passa relembrar tudo que lhe tinha acontecido naqueles últimos dias. Nunca
sentira tanto prazer sexual em toda sua vida. E nunca se sentira tão amada, tão
desejada, tão saciada e com tanta autoestima de uma femea poderosa que poderá
controlar três imensos machos facilmente dentro de sí.
Só de pensar
que de alguns anos pra cá ela quase não foi comida pelo marido e que tinhas
dias que ela enlouquecia de tanta tesão. Agora esses dias tinham acabado. André
estava ali pra provar isso.
Rafer sente
os lábios de Lina lhe abocanhando a glande. André e o macho embaixo dela,
sentem seus cacetes se roçarem separados pela fina membrana do reto e da
vagina.
Larissa se
aproxima de André e procura por sua boca pra beijá-lo. Em seguida se ajoelha ao
lado das coxas de Rafer e fica observando por alguns instantes o boquete que a
mãe de André está fazendo na imensa rola de veias pulsantes.
Lina abre os
olhos e nota a presença de Larissa. Num gesto de simpatia oferece seu objeto de
desejo para que ela chupe também. Mas o que Larissa faz e segurar um punhado de
cabelos da nuca de Lina posicionando para que ela possa beijá-la
ardentemente até as duas perderem a
respiração de tão excitadas que ficaram.
- Quero...
quero chupar tua bucetinha, minha linda!
Larissa encara
cheia de tezão por aquela mulher tão bela que lhe pede a gloria de toda mulher.
- Só tem um
jeito, Lina meu amor!
Larissa fica
na mesma posição que ficou durante a manhã e com a mesma tora penetrada em seu
cuzinho. A mãe de André se embriaga com o perfume da xaninha da bela e devassa
jovem.
Com carinho
Lina passa a beijar a xana a sua frente pra logo em seguida se descontrolar e
chupar com tal sofreguidão como se quisesse invadi-la com a cabeça.
André é o
primeiro a explodir. Sua mãe logo em seguida. E desmaia. O corpo dela vai se
desequilibrando e ele a vai amparando até deixa-la deitada no tapete.
Passando por
cima das pernas do sujeito que está deitado ao lado da mãe, André pára em frente
de Larissa sendo sodomizada pelo sr. Rafer, esperando pela ordem dela. E ela
dá, lhe sorrindo com os olhos semicerrados.





















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