sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Safadas infiés.






Zelda, Erika e Gina

Zelda deixa que o macho lhe acaricie as polpudas nádegas enquanto chupa com avidez a língua que saracoteia com a dela.

Uma das coxas está entrelaçada com a dele e ela própria se esfrega freneticamente na virilha dele que agora lhe  segura o belo rosto com ambas as mãos.

- Voce é lindíssima, Zelda! Que boca linda, carnuda! Adoro essas sobrancelhas ornando esses teus belos olhos!



E ele volta a colar seus lábios nos dela. Passado quase um minuto, Nena interrompe o beijo respirando descompassadamente e lhe pergunta com jeito coquete.

- É só nisso que voce me acha bonita?

- Tua xaninha cheirosa e saborosa! Essas tuas coxas grossonas e compridas!

 Ah! E tua bundinha! Cheia, carnuda e bem arredondada!



Respirando mais pausado agora, mas com as narinas semi-dilatadas ela pergunta com as palavras sibilando por entre os dentes.

- Fala de meu cuzinho! Fala!



O homem a olha desejoso com um suave sorriso no rosto e sem que Zelda esperasse, ele a vira de encontro a parede ao mesmo tempo em que se abaixa e lhe levanta o vestido até acima da cintura.

Zelda, prontamente segura o vestido enrolado com os cotovelos, olhando meia zonza por cima do ombro, já esperando o que queria durante toda manhã.

O homem praticamente lhe arranca as calcinhas e com as mãos lhe separa as nádegas. Zelda dá um longo e rouco suspiro quando a língua dele serpenteia em volta de seu anus tentando com a ponta introduzir-se o mais fundo que possa.

- Vo...vo...voce não devia fazer isso! Fiquei... fiquei a manhã inteira trabalhando... e fiz xixi duas vezes! Aaaaah! Mais! Enfia mais! Mais!

Zelda empina mais a bunda de encontro ao rosto do homem e sente que a língua entrou uns dois centímetros pelo anus adentro.


Ele faz um descontrolado entra e sai no cuzinho,  fazendo com que bastante saliva lhe escorra da boca e pelo queixo indo espalhar-se por entre as coxas dela. Zelda passa a rebolar sensualmente com o rosto do homem enfiado por entre suas nádegas.

Ele por sua vez retira sua imensa rola de dentro da calça. E agora em pé, ele encaixa ela entre as polpudas nádegas de Zena.


Ela o olha com fingido olhar de apreensão por cima do ombro. O homem se curva pra frente procurando beijá-la enquanto sua rolona escorrega mais pra baixo e encontra a boquinha do anus da escultural mulher.

- Aaah, seu bruto! Pára um pouco, querido! Deixa... deixa passar toda a cabeça! Assim... assiiiim! Vai, vai! Mete mais agora! Mete! Mete tudo, Joel!



E ela vira a cabeça pra trás o máximo que pode pra voltar a ser beijada por seu macho Joel.



Vamos deixar Zelda e Joel na prática da sodomia para saber como tudo começou.

Alguns meses antes, Joel se intrigava com aquele decadente bar-restaurante que ainda existia naquela área nobre onde ele tinha sua cobertura.

Naquele dia passando pela calçada ele nota o curvilíneo corpo de uma mulher sentada numa das mesas do lado de fora do tal bar. Um segundo olhar e Joel se encanta com a sensual beleza dela.



Ele resolve entrar e pedir um cafezinho no balcão. A bela mulher, que estava verificando papéis a sua frente levanta o rosto olhando rapidamente para o homem que se dirige ao balcão.



Joel nota que apesar do rosto belíssimo, ela tinha o olhar cansado devido a leve olheira embaixo dos amendoados olhos verdes encimados por grossas sobrancelhas. O cabelo negro ía até um pouco abaixo das orelhas. Os lábios eram polpudos, até um pouco mais que o normal. Pelo decote, Joel viu que o busto era farto.

O ligeiro olhar que a mulher deu ao ver Joel, vislumbrou um homem grisalho mas de feições jovens e bem alto. Embora barbeado se notava o leve tom escuro nas bochechas e queixo.



 “Caraca! Do jeito que estou e com todos esses problemas financeiros, bastava eu só mamar na jeba desse homão pra me acalmar!”



Zelda, este é o nome da mulher por quem Joel se atraíra, pensa consigo mesma e se justificando por pensar assim, pois já havia um tempão que ela e Bento não conseguiam clima para uma relação sexual satisfatória.



Embora se masturbasse frequentemente, fantasiando com diversos tipos de homens, Zelda nunca fora infiel. Estavam casados há dezenove anos e tinham um casal de filhos. Erika ía completar dezoito anos e Téo era dois anos mais novo. Zelda tinha se casado com dezessete anos devida a prematura gravidez.

O homem parecia interessado em conversar com o copeiro que lhe servira o cafezinho. Zelda se levanta levando os papéis se dirigindo onde era o caixa.



Minutos depois, o homem vai onde ela está e com um simpático sorriso lhe cumprimenta e paga o cafezinho, indo embora logo em seguida.



Na hora do almoço quando Erika ou Téo vinham lhe substituir por uma hora, Zelda atravessou o salão e chegando num pátio onde havia um pequeno quarto com um banheiro, ela se deitou no sofá e fantasiou fazendo sexo com o interessante homem grisalho.



Na manhã seguinte, Joel apareceu indo direto pro balcão e esperou pelo copeiro pra lhe servir o cafezinho. Mas foi Zelda que saindo detrás do caixa veio lhe perguntar o que queria do jeito que atendentes de bar fazem.

- Bom dia. Cadê o gremista?

- Quem? Ah, o copeiro! Não apareceu! É sempre assim! Quando a gente pensa que já tá ruim, acontece o pior!

Ela lhe dá as costas pra preparar o café e Joel percebe que ela passa as costas da mão pelo nariz, sinal de que estava há um passo pra cair no choro.



Quando Zelda põe a xicara a sua frente, Joel teve certeza de que ela estivera chorando.

- Minha senhora, me chamo Joel e moro aqui do lado. Será que poderíamos ter uma conversinha.

- Acho que não, tenho um monte de coisas pra resolver e me falta tempo. Ainda por cima aquele sacana desapareceu!

- Pois é exatamente sobre seus problemas que eu gostaria de conversar. Vejo que a senhora não está indo muito bem por aqui e...

- Não indo muito bem é brincadeira! Estamos falidos e o banco vai me tomar a propriedade que vale muito mais que a dívida.



Sem que ambos esperassem, Zelda baixa a cabeça e cobre o rosto com as mãos tentando esconder as lágrimas.

- Calma, calma minha senhora. Como se chama?

- Zelda...



Entre soluços e envergonhadíssima, ela responde saindo rapidamente da frente dele.

Joel leva alguns minutos tomando o cafezinho, dando tempo para que Zelda se recompusesse. Em seguida se dirige ao caixa.

Zelda está com uma expressão dura no belo rosto, mas evitando olhar na cara de Joel.

- Eu estou disposto  a investir o suficiente pra transformar isso aqui numa cafeteria de alto padrão que combina mais com a área aqui. Vamos sentar ali fora e conversarmos?



Lentamente Zelda vai levantando a cabeça até encarar fixamente nos olhos de Joel.

- Não caio nessa! E, acredite ou não, o senhor não é o primeiro aventureiro a vir aqui com esse tipo de proposta. Pretendem entrar de sócio sem dinheiro suficiente ou então ficam com esse papo de salvador da lavoura só pra me paquerar, desrespeitando meu marido!

- Ok. Tudo bem. Não sou aventureiro.



E sem dizer mais nada, Joel lhe dá as costas e vai embora sem recolher o troco.

“- Que se foda! Mais um babaca que fica azarando minha bunda! Pensa que não vejo pelo reflexo das portas de vidro das geladeiras. Filhos da puta!”



Mais ou menos uma hora depois, Zelda atende ao telefone e uma voz de mulher se dizendo gerente de um banco tal, pergunta se ela pode ir ao restaurante pra conversar pessoalmente naquele momento.

Zelda, pega de surpresa, não sabe o que dizer e a gerente é mais incisiva e diz que já  está saindo.

O carro estaciona do outro lado da rua e Zelda se surpreende ao ver Joel e uma bela mulher bem vestida saindo dele. Aos poucos ela vai percebendo o que Joel lhe dissera.



Resumindo. Naquela tarde quando o marido veio fazer o seu turno, Zelda seguindo as instruções de Joel nada dissera a Bento e foi com ele ao banco para o novo contrato de empréstimos.

Na verdade era só dinheiro de Joel. Por enquanto ele quis manter essa áurea de empréstimo pra não constranger a esposinha do Bento.



E... a tesão de Zelda por Joel se tornou insuportável. O único fator que a mantinha sobre controle era a sua fidelidade ao casamento. Lá mesmo no banco, ela perguntou onde era o banheiro. Por duas vezes foi lá e se masturbou.

Tudo acertado no banco e agora com dinheiro suficiente pra pagar a dívida do outro banco e começar as reformas, Zelda declinou que Joel a levasse de volta e pegou um taxi.

Ela ainda não acreditava no que lhe tinha acontecido. Mas, o cartão top de linha e o extrato com a vultosa soma estavam alí em suas mãos.



Tomando banho, ela se masturbou mais uma vez pensando em Joel, mas ao mesmo tempo se arrependendo por se sentir tão bem e tão puta!

Vestindo só o roupão, Zelda se serve de uma taça de vinho branco indo pra sala de estar e se esparrama no sofá.

Ela se imagina se entregando a todas as formas de sexo que um homem e uma mulher seriam capazes de fazer.

 “Será que eu seria capaz de chupar ele e deixar que gozasse em minha boca? Será que eu engoliria? Eca! Acho que não! E dar o cú? Sei que tudo que é homem fica comentando sobre minha bunda às minhas costas! Será que eu daria meu cú pra ele? Será que dói? Não. Acho que não. Isso não é coisa natural. Bento nunca mencionou em fazer isso comigo. Mas eu vejo na internet aquele mulherio sendo enrabadas com um sorriso de prazer! Será que elas estão gostando mesmo? Bah! É tudo fingimento! Mas, supondo que algum dia Bento queira me sodomizar... Será que eu aguentaria??”



Cansada e relaxada, Zelda pousa a taça vazia na mesa e adormece. Num dado momento ela se vira e o roupão se abre e escorrega revelando todo seu maravilhoso corpo da cintura pra baixo.



Quando Téo chega do colégio e abre a porta, custa acreditar quem é aquela mulher de corpo escultural deitada lá no sofá com quase todo corpo a mostra. Antes que descubra que é sua mãe, seu pênis já enrijeceu tanto que chega a doer.

E vai continuar doendo até ele conseguir dormir pelas altas horas da madruga porque se recusava a se masturbar com a visão do belo corpo nu de sua mãe em sua mente.





II

Zelda acorda depois de duas horas de um sono relaxante. Ela nota que estava coberta com um colcha.

 “Acho que foi o Téo quem me cobriu, pois eu me deitei aqui só vestida com

   O roupão... Oh, meu deus! Será que o roupão abriu e ele me viu nua!?”



Mas, logo em seguida Zelda já se esquecera do que podia ter acontecido e agora tinha que se preparar para substituir Bento, seu marido, lá no arremedo de bar-restaurante que possuíam.

Enquanto se vestia, voltou a se lembrar do sr. Joel que apareceu do nada pra salvá-los da ruina, pois o restaurante estava quase indo a leilão devido as dívidas.

Naquela manhã, ele fizera a proposta a Zelda e quando o marido chegou pra substituí-la na hora do almoço, eles dois foram ao banco de Joel e acertaram as dívidas com o banco dela.

Na verdade, Joel tentava esconder da receita federal um grande aporte de capital recebido de investidores offshore. Ele arriscou confiando em Zelda e o marido.

Mas, pra surpresa dele, Zelda disse que o marido ficaria de fora e só receberia um pro-labore. Ficou acordado que o restaurante seria transformado numa cafeteria e ficasse no nome dele e depois de uns meses Zelda “compraria” o ponto e o terreno. Assim Joel teria lavado parte do dinheiro.

Pensando nisso tudo enquanto se arrumava, Zelda sentiu vontade de se masturbar de novo pensando em Joel.

Embora só tivera um homem em toda sua vida, ela sabia que seria questão de tempo que iria se entregar a Joel. Isto é, se ele tivesse interessado também.

E estava. E muito.

No dia seguinte que chegaram os operários e o arquiteto para iniciarem as obras, Zelda trabalhou sem folga orientando e se acertando com o arquiteto. E por volta de nove horas da noite  Bento veio substitui-la. Zelda estava ao telefone e quando o viu arregalou os olhos como se tivesse sido pega fazendo alguma coisa errada.

E estava.

Ela andou na direção oposta do que normalmente fazia e de cabeça baixa, rapidamente entrou no carro de Joel. Ele a tinha convidado pra jantar.



Ao aproximar o rosto pra ser beijada na face, Joel passou uma mão por baixo de seu queixo e suavemente a beijou por longos minutos. A língua dela ficou imóvel nos primeiros momentos, mas ele sentia o tremor que passava pelo corpo dela.

Quando o beijo foi interrompido, Joel pediu que ela passasse a noite com ele. Zelda nada respondeu, mas pensava consigo mesma que se danassem Bento e os filhos. Ela queria trepar e trepar. O cansaço desaparecera.

- Zelda querida, deixa te perguntar pra me situar até onde posso ir... voce já foi sodomizada?

- Pode ir mais além...

- Já foi?



Zelda ficou calada com um leve sorriso nos lábios e foi a vez dela de sentir a excitação dele quando a beijou.



Joel morava numa cobertura no prédio mais alto e bem perto da futura cafeteria. A vista era magnifica.

Uma bela moça oriental abriu a porta pra eles e Zelda ficou sabendo que ela iria lhe dar banho e fazer uma sessão da massagem tailandesa.



A oriental lhe fez as devidas depilações e quando terminou na xaninha, notou que Zelda estava excitada e então sem nenhum pudor passou a beijar e introduzir a língua nela, deixando Zelda mais relaxada.



Zelda não quis jantar, totalmente despida chegou na sala onde Joel estava sentado vestindo só um roupão, se ajoelhou entre as coxas dele e começou a ter orgasmos quando aspirou o odor da torona e o sabor de engolí-la quase até a metade, sentindo as veias pulsarem em sua língua.



Ela simplesmente adorava chupar uma piroca. Era uma coisa que Bento não a decepcionava. Tinha um rolão tão grosso e longo como esse que estava tentando engolir todinho.

Joel lhe acariciava os cabelos enquanto a incentiva a engolir todo seu caralho. Zelda se esforçava apesar do desconforto inicial da rombuda glande lhe dar ânsias de vomito quando chegava no fundo da garganta.



Aos poucos e com a orientação de Joel, a esposinha de Bento já dominava toda a técnica deepthrouth e não se importava mais com a baba que lhe escorria pra fora da boca, alagando seu busto e pingando em sua coxas.

Joel estava numa maravilhosa dúvida. Se gozaria ali na boquinha ou se a sodomizava agora.

A visão dos belos quadris ondulando suavemente enquanto a dona emitia gemidos e soluços tentando manter o máximo de tempo possível com a rola completamente inteira dentro da boca, enlouqueceu Joel a tal modo que ele bruscamente a puxou pra cima do sofá, fazendo com que ela ficasse com a bundona empinada e imediatamente enfiou o rosto por entre as nádegas e saboreou o creme perfumado que a orientalzinha tinha espalhado por alí. Zelda delirava de tezão. Sabia que ia ser enrabada.



Por um segundo lhe veio as imagens do marido tentando lhe sodomizar.

Ele nunca lhe dera o tratamento que Joel estava lhe dando agora e por isso ela nunca relaxava.



A língua de Joel em seu fiofó a estava enlouquecendo de tanta tezão e curiosidade de ser sodomizada que ela pensava que ía desmaiar.

De repente a língua se tornou maior e rombuda e Zelda arregalou os olhos e escancarou a boca soltando um longo “ui” quando se tocou que toda a glande já tinha ultrapassado seu anel do cuzinho.

  “- Aaah... Se eu consegui aguentar a rolona dele no fundo de minha garganta... engolir toda a rolona com meu cuzinho vai ser mais fácil!”



E Zelda se mostrou sábia nessas conclusões. Em minutos ela estava suportando o vigoroso vai-e-vem da piroca dele em seu anus e sentindo o arfar e a respiração descompassada em sua nuca.

Ela leva uma das mãos acima da própria cabeça e encontra os cabelos de Joel, passando a acaricia-los.

A outra mão foi direto pra xotinha elevando o grau de orgasmo que lhe percorreu todo o corpo.



Joel nem notou quando seus cabelos foram fortemente puxados por alguns segundos pois era indescritível a sensação das nádegas da esposa de Bento se contraírem  vigorosamente não deixando seu cacete nem entrar nem sair do cuzinho dela.



E assim se passaram seis meses. A cafeteria ia de vento em popa. Os dois filhos de Zelda e Bento começaram a ser treinados nesse ramo de comércio e hotelaria.

Uma edícula foi construída nos fundos encima de um cômodo já existente, onde se armazenava as caixas e as bebidas. Esse andar de cima tinha duas janelas. Uma delas ficava de frente ao muro dos fundo e uma escada sempre ficava alí estrategicamente.

 Essa edícula passou a ser o escritório e também servia pra tirar uma soneca, já que havia um sofá.



Na verdade, Zelda sentia a maior tesão quando o marido vinha substitui-la na hora do almoço e ela dizia que ia tirar uma soneca. Lá já encontrava Joel que, antes que Bento chegasse, se dirigia pra lá fingindo que ia ao banheiro.



Isso os excitava tanto que as vezes eles trepavam no corredor que dava às escadas.

Numa dessas ocasiões, a filha Erika estava no caixa quando chegou uma  encomenda que só poderia ser recebida e assinada  por Zelda.

- Téo, vai chamar a mamãe. Diz que é importante!



Téo já ía torcer a maçaneta quando escutou uma espécie de gemido. Ele ficou em silencio pra ver de onde vinha esses gemidos baixinhos. Tudo indicava que vinha do outro lado da porta da edícula.



Se abaixando, olha pelo buraco da fechadura e seu coração acelerou, seus olhos se arregalaram e por pouco não gritou. Sua mãezinha, meio acocorada meio ajoelhada tinha quase todo o enorme pênis de alguém dentro boca.

Téo não conseguia ver acima da cintura do homem que acariciava os cabelos de sua mãezinha enquanto ela chupava com gosto a imensa rola.



Pego no meio da emoção de ver tal ato erótico praticado por sua mãe e a recusa de aceitar que ela fosse tão safada por estar traindo seu pai, Téo quase vomitou e em passos largos voltou pra frente da cafeteria e sentou-se acabrunhado numa cadeira.

- E aí, ela tá vindo?

- Não sei! Não consegui falar com ela! Nem vou voltar lá!!









III


Erika, que já tinha uma pulga atrás da orelha a respeito do semblante de felicidade de sua mãe nos últimos meses, concluiu que o irmão tinha visto a mãe com alguém lá na edícula.

Zelda estava lambendo os resto da ejaculação quando o celular tocou. Ela o ignorou enquanto continuava chupando e dedilhando sua xaninha. A chamada parou por uns segundos e voltou a tocar.

- O que foi, querida? Essa é a hora de meu descanso!



Erika explica o que a mãe tem que fazer. Minutos depois Zelda chega ao salão da cafeteria. Téo a olha de soslaio e nota que embora o cabelo esteja arrumado e os lábios pintados com batom, em volta da boca e o queixo tinham uma coloração rosada mais forte.



Erika, disfarçadamente, se dirige para o fundo do prédio. Zelda assina a encomenda e percebe o olhar do filho. Ela caminha até ele abrindo o envelope. Passando uma mão pela cabeça do filho, ela se inclina e lhe dá um beijo carinhoso. Téo enrubesce, não sabendo o porquê.



Joel não percebeu de primeiro, só quando se virou, depois de fechar a porta, é que viu Erika encostada na parede em frente e de braços cruzados.

Ele ficou estático por alguns segundos e tentou seguir adiante depois sem dizer nada, mas sabendo que Erika deveria saber entre ele e sua mãezinha.

- Seu cretino, filho da puta! Desvirtuando minha mãe! Me dê carona até o colégio. Quero falar seriamente com voce!



Joel estava acostumando a lidar com pressões, mas dessa vez ele teve que usar de toda a sua frieza para não deixar que Zelda soubesse que Erika tinha descoberto sobre eles dois. Ele sentou-se numa mesinha e como de costume pediu um expresso. Ficou na expectativa o quê Erika iria fazer.

- Mãe, será que o sr. Joel poderia me dar uma carona? Tô meio que atrasada!

- Não acho prudente. Afinal ele é só um cliente aqui...

- Um cliente muito frequente, por sinal! Peça a ele, por favor!



Já no carro, Erika se volta pra Joel e começa toda ladainha moralista.

- Olha aqui mocinha! Sei que voce sabe sobre mim e tua mãe, mas não vou aceitar teus insultos, ok?! Diz logo o que voce vai querer!

- Voce adivinhou bem! Eu vou querer algo sim! Primeiro faça um documento passando a cafeteria inteira pro meu pai e não como vocês se acertaram lá no banco na ausência dele. Está curioso como sei disso? Pois bem, minha mãe me treinou para organizar os documentos e tem sido eu quem tem tratado com o fiscal da receita desde então...

- Seu pai não foi passado pra trás. Ele simplesmente disse que concordava com tudo, só não queria permanecer nas conversações.

- Ele sabia que a transação é pra lavar dinheiro? Acho que não!

- Não é nenhuma lavagem de...



Joel não conclue porque Erika lhe faz um sinal que vai atender o celular.

- “Sim? O que houve? Não vai ter aulas dele então!?



Em seguida, Joel espera ela fazer uma ligação.

- Olha, eu quero te ver. Não vai ter mais aulas porque o professor se acidentou... e daí? Arrange um jeito, querida!... O quê? Nada disso! Já tive que cabular aula por tua causa, se lembra? Agora é sua vez, mulher!! Não quero saber! Estou indo pro colégio e me pega lá! Um beijo, tchau!



Joel fingiu que não prestou atenção na conversa e sentiu o olhar de Erika tentando adivinhar se ele concluiu algo da conversa dela.

- Poi bem! Voce faz isso que estou querendo ou vou armar o maior escândalo e a receita federal vai saber...

- Mas aí voce estará arruinando também teu pai e tua mãe!

- Meu pai já não tem nada. Já dona Zelda sim. Portanto faça o que estou mandando e suma da vida de minha mãe, velho escroto!

- Não precisa insultar, menina!

- Foda-se! Pára! É aqui que vou saltar! Não esqueça minhas palavras, babacão!!



Joel fica a observar Erika se afastar e nota pela primeira vez que o corpo dela é a cópia da mãe. E quem diria que ela era lésbica!

Ele estaciona mais a frente e do outro lado da rua e espera quem vai apanhar Erika.

 “ Qual será das amiguinhas que eu vejo lá na cafeteria? Deve ser uma que trabalha!”

Minutos depois, Erika aparece na portão da escola abraçada a um rapaz. Eles se beijam apaixonadamente, se despedem e ele volta pra dentro do colégio. Joel fica na dúvida e curiosíssimo sobre Erika agora.



Então um Honda Civic pára e Erika entra. Quando parte, Joel as segue e uma esquina antes da cafeteria, Erika salta e caminha pra lá. Uns dez minutos depois o Civic parte e estaciona na cafeteria.



Bento vê a filha chegar e a olha curioso. Ela se aproxima dele e lhe dá um terno beijo.

- Não vai ter as últimas três aulas. Vou lá pro escritório fazer uns trabalhos.

- Essa é minha menina! Te adoro filhinha!



Minutos depois um Civic estaciona e Bento reconhece que é a fiscal de rendas!

É uma belíssima mulher, ruiva verdadeira, na casa dos trinta. Ultimamente ela tem sido bem amigável com eles e até ajudado na questão dos impostos.

- Olá, seu Bento! Não se preocupe, só vim conferir a receita dos cartões.

- Como vai, dona Gilda! A Erika pode lhe ajudar. Ela acabou de ir pro escritório.

- Ok, seu Bento. Pode deixar que eu sei o caminho. Obrigada.



Não passou nem cinco minutos e o jeep Evoque de Joel estacionou do outro lado da rua. Bento devolve o cumprimento balançando a cabeça e vê ele se dirigir ao balcão e pedir um café. Depois se senta em uma mesinha e começa a mexer no celular.

A garçonete lhe traz o café. Ele toma um gole e se levantando diz que vai ao banheiro. Bento nada percebe, pois está atendendo outro freguês.



Joel vai até aos fundos onde está a escada embaixo da janela. Ele sobe e se posiciona bem ao lado da janela e só expondo o celular, ele consegue ver e ouvir o que se passa dentro do escritório.

- Por que demorou tanto, amor? Tô toda molhadinha e querendo tua boca aqui na minha xana! Agora, sua safada, agora!

- Me perdoa, amor! Juro que não me atraso mais! E sempre que voce pedir que eu vá te buscar, eu irei imediatamente!

- Voce é uma mentirosa, sua rampeira! Tome!



Gilda arregala os olhos ao mesmo tempo que transparece um leve sorriso nos lábios quando a palma da mão de Erika estala em seu rosto.

Em seguida a jovem passa uma mão pela nuca da mulher mais velha e a traz bem perto de seu rosto e a beija apaixonadamente.

Bruscamente Erika interrompe o beijo e a estapeia de novo. Gilda solta um gemido de puro êxtase  e sem mais nem menos cai de joelhos e  cola a boca nos lábios vaginais da jovem dominadora.



Erika levanta uma das coxas e apoia no ombro de Gilda, facilitando a devoção da língua dela em sua vagina. Com as duas mãos segurando a cabeleira ruiva, Erika passa a roçar vigorosamente a xana no rosto dela.

- Assiiim, assim... sua safada infiel! Sua chupadora de anginho! Imagina se teu marido soubesse que já mijei na tua cara, rampeira putona! Chupa, meu

Amor, chupa! Aaaah, eu te... te... amo, sua vagabunda!!



Gilda parece estar em transe e é como se seu rosto fizesse parte da anatomia de Erika. Por mais que haja bruscos movimentos a boca de polpudos lábios não se descola da xaninha de sua jovem amante. O rosto de Gilda brilha da umidade escorre da sua boca e da xota de Erika. Suas sardas se avivam mais devido ao rubor do orgasmo que está perto de acontecer, pois uma das suas descobertas de alcançar orgasmos era chupar Erika enquanto manipula a própria xana.

- Voce... voce trouxe o... guerreiro, trouxe?!

- Sim, sim! Voce vai... vai me deixar fazer aquilo, minha rainha!?

- Como recompensa pelo tênis que me deste! Também o Juca não sabe fazer tão bem como voce, meu machinho! Agora sou tua putinha!

- Minha putinha, não! Voce é minha princesinha! Minha rainha! A razão de minha felicidade! Vira, meu amor, vira! Deixa eu lamber teu cuzinho!



Depois de mais um beijo apaixonado, Gilda vai virando sua jovem amante e mais uma vez se abaixa e enfias o rosto nos polpudos glúteos dela.

Erika com a bunda empinada joga a cabeça pra trás emitindo um longo suspiro de femea no cio ao mesmo tempo em que separa as nádegas facilitando o acesso da boca de Gilda em seu anus rosadinho.

- Ah, Gilda querida! Mete, vai! Mete agora, me enraba gostoso como só voce sabe fazer tua putinha gozar!

- Sim, meu amor! Deixa eu me despir e vestir o “guerreiro”!



Joel poucas vezes se sentiu tão excitado quanto agora. O corpo de Gilda é fenomenal, o de Erika nem se fala. Pra ele, a sodomização de uma adolescente por uma mulher mais velha, é uma coisa especial.



Gilda com todo carinho vai invadindo o cuzinho de Erika com o consolo, enquanto ela esboça um sorriso de puro prazer.

Quando a virilha de Gilda encosta na bundinha de Erika, ela vira o rosto e Gilda torce a cabeça pra alcançar os lábios da jovem que ela sodomiza.



Quase uma hora depois, Joel desce da escada e vai pro seu carro. Bento nem o vê passar, porque aquela hora começa o movimento das 17 horas. Uns quinze minutos depois, Gilda sai da cafeteria carregando uma pasta de documentos, entra no carro e vai embora.







IV

Ele espera Erika aparecer e quando ela sai caminhando em direção a sua casa, ele buzina chamando a atenção dela.



Erika franze as sobrancelhas reconhecendo Joel, mas se indagando o que ele quer. Joel faz sinal pra que ela se aproxime, ao mesmo tempo que abre a porta.

- Não tem conversa, seu canalha! Faz o que eu te disse já! E não vou entrar aí! Não insiste Joel! Não tenho mais nada pra dizer! Já te ordenei e pronto!



Joel estica o braço pra fora com o telefone na mão. Erika levou alguns segundos até se tocar o que estava vendo. Joel vê o sangue subir na face dela e o olhar de puro ódio que se estampa. Ela tenta roubar o telefone da mão dele. Mas ele foi mais rápido. E sem piedade, lhe ordena.

- Entra!



Joel a leva pra sua cobertura. Por todo trajeto ela ficou calada, não respondendo as ironias que Joel lhe dizia.

Ela escutou ele dizer que agora o corpo e os desejos dela lhe pertenciam. E que já sabia que Gilda era bem casada com um politico, portanto o escândalo seria bem mais ruinoso pra ela do que uma multa por sonegação.



Escutou também que ele poderia parar por ali para mantê-la calada, mas que se embeveceu pela beleza dela e do modo como se entregou a sodomização. E era isso que ele também queria dela.

- Vou te fuder hoje! Tomar posse do teu corpinho! E amanhã vou te levar na Receita e voce vai mostrar teu cuzinho todo melado com meu esperma à tua amada Gilda!



Já na garagem, Joel puxa Erika pra abraça-la e quando vai beijá-la, ela desvia o rosto.

- Sei que me fudi, mas posso fazer um pedido? Eu sou virgem vaginalmente.

  Me deixa assim? O resto pode fazer, velho filho da puta!

- Muito bem! Mas modera a linguagem e não quero ouvir nenhum insulto!



Na esperança que tivesse alguma câmara filmando, Erika dá as costas pra Joel, se inclina no capô do carro, levanta a saia do uniforme escolar, expondo a esplendida bunda.

Ela tentava reverter a situação dizendo que ele a tinha currado, assim que conseguisse a fita gravada.

Joel desconfia dessa repentina afabilidade dela e logo percebe qual o jogo dela.

Com olhar de tarado, Joel pousa as duas mãos nas empinadas nádegas e num golpe só arranca a calcinha fazendo o corpo dela balançar e os glúteos tremerem sensualmente. Em seguida e suavemente separa as bandas e olha embevecido o solzinho avermelhado mas bem fechadinho, nem parecendo que ficou a tarde toda levando no cuzinho.



Erika sente o sopro quente em seu cuzinho conforme a boca de Joel se aproxima dele e quando a rombuda língua passa a pincelá-lo, tentando a invasão. Mas não demonstra nenhuma emoção. Só pensa em obter as fitas. Ainda não sabe como. Mas, talvez dando a bundinha pro vigilante. Quem não faria um favorzinho pra ela com a promessa de lhe comer o cuzinho?



Joel se excita mais e mais tentando penetrar o cuzinho de Erika com a língua e pede pra ela relaxar. Ela percebe que é melhor fazer tudo o que ele pede pra melhor ser filmada a performance deles.

- Por que voce não me enraba logo? Eu também quero! Vai, mete em mim!



Joel estampa um sarcástico sorriso no rosto e colocando a bolotuda glande na boquinha do anus dela, faz um aceno com a mão para a câmara na sua lateral.

Erika solta um gritinho e franze a testa. Ela está há quase um ano dando o cuzinho pro namorado e pro consolo da Gilda, mas nenhuma dos dois tem o calibre do Joel.

Ele por sua vez vai empurrando gentilmente pouco a pouco conforme a filhinha de Zelda vai se acostumando a engolir com o cuzinho toda a extensão da imensa rolona.

- Caramba! Menina, como voce é gostosa! Posso empurrar até o fim?!

- Pode! Pode! Faz, faz mais! Me fode! Faz o vai-e-vem, faz! Mete! Mete!



Tentando evitar qualquer emoção, Erika finge estar gostando. Mas, ter uma rola como aquela em seu anus, ainda mais sendo de um homem atraente, riquíssimo que possivelmente faz o mesmo com sua mãezinha, começa a alterar sua força de vontade de resistir a luxuriante atmosfera de desejos.

- Agora, queridinha, tenho uma surpresa pra voce! Venha aqui, se vire!

 Assim, assim! Olha só! Não era bem isso que voce estava planejada, né!?



Erika arregala os olhos e escancara a boca totalmente surpreendida com um estranho a sua frente. Ele está com as calças arriadas e seu enorme pênis, parecendo uma imensa barra achocolatada, está a poucos centímetros de seu rosto.

Joel pega um chumaço da cabeleira dela e gentilmente puxa pra trás fazendo com que ela levante a cabeça e abra a boca.

Quando toda a glande do vigia encheu a boquinha de Erika, Joel lhe solta os cabelos e o vigilante passa a segurar com ambas mãos a cabeça dela.



Erika, num último esforço, tenta empurrar com as mãos o corpo do homem que lhe invade a boca com o pênis. Joel acelera um pouco mais os movimentos porque sente que vai explodir dentro do cuzinho dela.

Erika não está se importando mais. Ela quer que aquilo acabe logo. Está sendo penetrada pelos extremos por dois pirocudos.



E ela que pensava que o máximo de excitamento era ser sodomizada atrás das arvores do parque e nos cantos da biblioteca do colégio e ter uma mulher mais velha como amante. Não, aquilo era pura perversão pura. E tremendamente excitante.

Então, sem perceber, Erika contrai o anus sentindo o sangue da rolona pulsar e sua boca começa a babar de tanta saliva e fluido da piroca do vigilante. Ela se abandona de vez a libidinagem que estão fazendo nela.



Joel urra enquanto ejacula fortemente no aveludado cuzinho de Erika, similar ao da sua mãezinha Zelda.

Rios de esperma escorre por entre suas coxas. Isso faz ela se excitar cada vez mais. Joel permanece lhe dando estocadas por mais um tempo, mas sem o ímpeto da tesão.



Erika pára de chupar o vigia mas sem deixar de masturbá-lo. Com a outra mão empurra gentilmente Joel para que dê vaga em seu cuzinho. Em seguida, se vira e se debruça no capô ao lado de Joel, sem largar a outra piroca. Os dois homens parecem não acreditar no que Erika está pra fazer.

- Quero, quero que... que voce me possua também! Quero que... que esse

 Cretino saiba que... que já é... é chifrudo!!



O vigia vê sua rola ser guiada pela mão dela pra boquinha do cu que está totalmente alagado do esperma de Joel. Mesmo assim ele não se faz de rogado. Surpreso, verifica que apesar de ela ter tomada no cu minutos antes, a tonicidade muscular já se refizera e ele está experimentando o aconchegante aperto anal daquela deusa safada.



Joel manda chamar a massagista oriental enquanto Erika está adormecida na hidromassagem. Ela nunca imaginaria que todo o prédio pertencia a Joel.





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O taxi pára na esquina de onde Erika mora com os pais. Juca a estava esperando no portão. Ela o beija ardorosamente fazendo com que ele esquecesse de perguntar onde ela esteve.

- Eu estava fazendo o trabalho de química e acabei pegando no sono...

- Mas, onde? Teu falou que voce saiu de lá por volta das quatro!

- Não, eu só fui dar uma espraiada. Depois voltei pro escritório.

- Ah, bom! Quer “ficar” hoje.

- Eu estou menstruada... Huuum tô sentindo que voce tá na maior tesão!

  Bom, eu posso dar um jeito! Que tal um boquete!?



Eram por volta de nove horas quando o celular de Erika tocou. Ela já sabia que era Joel. Sem saber como, Erika se submetia cada vez mais aos desmandos dele. De arrogante e autoritária, ela passou a submissa na presença dele.

Ela estava odiando isso tudo. Não fisicamente, mas porque o plano intelectual tinha falhado. Algo aconteceu dentro de sua cabeça com que ela não se importasse de ser usada sexualmente e principalmente agora que ela experimentou a intensa pegada de Joel e os planos que ele tinha pra ela.



Meia hora depois, ela estava chupando com vontade a bolotuda glande de Joel, no banco da frente do Evoque. Ele arfava surpreso com a habilidade com que aquela jovem, recém saída da adolescência, fazia o boquete com tanta vontade  quanto sua mãe Zelda.



Lógico que Joel estava sendo canalha com ela, mas noventa por cento era pura tesão. Ele sempre teve compulsão pela mãe e pouco tinha se apercebido da Erika. Mas, com toda a confusão que ela armou e o relacionamento lésbico, a desenvoltura sexual como se fosse uma prostituta profissional, fazia com que ele tivesse carinho por ela e ao mesmo tempo a tratasse perversamente.

- Agora vem aqui! Senta aqui no meu colo!! Assim, querida! Assim! Aaah, assim assim! Tá... tá entrando! Aaaarr! Ah, princesa... voce é bem putinha!!



Erika se abandona aquela rombuda rola lhe penetrando no anus. Agora ela usa do fator de ser chantageada pra justificar o pleno prazer de ser sodomizada e submetida aquele homem que poderia ser seu pai.



Ela suspira mais fundo quando sente o vulcão ejaculatório dentro de seu cuzinho. Joel sente ela tremer e apertar o esfíncter e a contração do anus dela em seu pauzão.



O estafeta é autorizado a entrar na sala da dra. Gilda que está atendendo uma turma de advogados. Ele se aproxima e lhe fala baixinho no ouvido.

- A srta Erika está na ante-sala. Ela diz que é muito importante...

- Doutores, surgiu uma emergência. Ficarei indisponível por uma hora!

- Mas dra Gilda, marcamos essa reunião há mais de um mês e...

- Será que o senhor não atenderia um pedido de uma mulher?



Gilda era charmosa, mas dura na queda. Era impressionante como ela adorava ser submissa a Erika.

- O que foi, amor?



Sem responder, Erika a beija apaixonadamente até ambas perderem a respiração. Sem dizer nada, Erika pega Gilda pela mão e a leva até uma poltrona. Lá, ela se ajoelha no assento. Levanta a saia e escancara as nádegas com as mãos.

Gina parecia perplexa com esse comportamento da jovem amante. Lhe pareceu que Erika queria lhe mostrar que veio visita-la sem calcinha e quisesse ser chupada ali no seu gabinete.



Então viu o filete esbranquiçado escorrendo de dentro do avermelhado cuzinho dela. Lhe passou pela cabeça que Erika veio lhe fazer ciúme.

- Oh, queridinha! O que teu namoradinho te fez!! Te machucou foi!?



Pegando o celular, Erika ordena que ela aproxime o rosto bem perto do cuzinho inundado de esperma.

- Agora faz um selfie, sua cadela sardenta!



O excitamento de Gilda cresce com aquele tipo de humilhação, mas ela não achava que estava pronta pra lamber o esperma ejaculado no cuzinho de sua amada. Mas mesmo assim ela estava disposta se assim ela ordenasse.

Ela não entendia o porquê do selfie.

E então, sem conseguir mais se controlar, Erika, com lágrimas nos olhos, lhe contou tudo e na enrascada em que ela meteu as duas.

- E então, ele me obrigou que eu viesse aqui e mostrasse meu cuzinho cheio do esperma dele pra voce saber que nós duas estamos sob o domínio dele.



No mais luxuoso restaurante da cidade, Gina e o marido estavam sentados numa mesa redonda com mais dois empresários e seus advogados.

Ela estava um pouco tensa e tentava disfarçar bebendo já a terceira taça de vinho.

 “Venha até ao toillete, agora!”

É a mensagem que ela recebe em dado momento.



- Está com sua bolsa?

Gilda leva um susto com a voz atrás de si antes que ela abrisse a porta do toillete. Ela levanta o braço com a bolsa pendurada nos dedos sem se virar.



Gilda sente o másculo aperto de mão em seu braço e se deixa levar sem coragem de virar o rosto pra saber quem é. O que ela tem certeza é que agora tem um novo dono.

- Inventa uma desculpa plausível para teu futuro corno não te telefone pelas próximas duas horas!
















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