Zelda, Erika e Gina
Zelda deixa que o macho lhe acaricie as polpudas nádegas
enquanto chupa com avidez a língua que saracoteia com a dela.
Uma das coxas está entrelaçada com a dele e ela própria se esfrega freneticamente na virilha dele que agora lhe segura o belo rosto com ambas as mãos.
- Voce é lindíssima, Zelda! Que boca linda, carnuda!
Adoro essas sobrancelhas ornando esses teus belos olhos!
E ele volta a colar seus lábios nos dela. Passado
quase um minuto, Nena interrompe o beijo respirando descompassadamente e lhe
pergunta com jeito coquete.
- É só nisso que voce me acha bonita?
- Tua xaninha cheirosa e saborosa! Essas tuas coxas
grossonas e compridas!
Ah! E tua
bundinha! Cheia, carnuda e bem arredondada!
Respirando mais pausado agora, mas com as narinas
semi-dilatadas ela pergunta com as palavras sibilando por entre os dentes.
- Fala de meu cuzinho! Fala!
O homem a olha desejoso com um suave sorriso no rosto
e sem que Zelda esperasse, ele a vira de encontro a parede ao mesmo tempo em
que se abaixa e lhe levanta o vestido até acima da cintura.
Zelda, prontamente segura o vestido enrolado com os
cotovelos, olhando meia zonza por cima do ombro, já esperando o que queria
durante toda manhã.
O homem praticamente lhe arranca as calcinhas e com as
mãos lhe separa as nádegas. Zelda dá um longo e rouco suspiro quando a língua
dele serpenteia em volta de seu anus tentando com a ponta introduzir-se o mais
fundo que possa.
- Vo...vo...voce não devia fazer isso! Fiquei...
fiquei a manhã inteira trabalhando... e fiz xixi duas vezes! Aaaaah! Mais!
Enfia mais! Mais!
Zelda empina mais a bunda de encontro ao rosto do
homem e sente que a língua entrou uns dois centímetros pelo anus adentro.
Ele faz um descontrolado entra e sai no cuzinho, fazendo com que bastante saliva lhe escorra da boca e pelo queixo indo espalhar-se por entre as coxas dela. Zelda passa a rebolar sensualmente com o rosto do homem enfiado por entre suas nádegas.
Ele por sua vez retira sua imensa rola de dentro da
calça. E agora em pé, ele encaixa ela entre as polpudas nádegas de Zena.
Ela o olha com fingido olhar de apreensão por cima do ombro. O homem se curva pra frente procurando beijá-la enquanto sua rolona escorrega mais pra baixo e encontra a boquinha do anus da escultural mulher.
- Aaah, seu bruto! Pára um pouco, querido! Deixa...
deixa passar toda a cabeça! Assim... assiiiim! Vai, vai! Mete mais agora! Mete!
Mete tudo, Joel!
E ela vira a cabeça pra trás o máximo que pode pra
voltar a ser beijada por seu macho Joel.
Vamos deixar Zelda e Joel na prática da sodomia para
saber como tudo começou.
Alguns meses antes, Joel se intrigava com aquele
decadente bar-restaurante que ainda existia naquela área nobre onde ele tinha
sua cobertura.
Naquele dia passando pela calçada ele nota o
curvilíneo corpo de uma mulher sentada numa das mesas do lado de fora do tal
bar. Um segundo olhar e Joel se encanta com a sensual beleza dela.
Ele resolve entrar e pedir um cafezinho no balcão. A
bela mulher, que estava verificando papéis a sua frente levanta o rosto olhando
rapidamente para o homem que se dirige ao balcão.
Joel nota que apesar do rosto belíssimo, ela tinha o
olhar cansado devido a leve olheira embaixo dos amendoados olhos verdes
encimados por grossas sobrancelhas. O cabelo negro ía até um pouco abaixo das
orelhas. Os lábios eram polpudos, até um pouco mais que o normal. Pelo decote,
Joel viu que o busto era farto.
O ligeiro olhar que a mulher deu ao ver Joel,
vislumbrou um homem grisalho mas de feições jovens e bem alto. Embora barbeado
se notava o leve tom escuro nas bochechas e queixo.
“Caraca! Do
jeito que estou e com todos esses problemas financeiros, bastava eu só mamar na
jeba desse homão pra me acalmar!”
Zelda, este é o nome da mulher por quem Joel se
atraíra, pensa consigo mesma e se justificando por pensar assim, pois já havia
um tempão que ela e Bento não conseguiam clima para uma relação sexual
satisfatória.
Embora se masturbasse frequentemente, fantasiando com
diversos tipos de homens, Zelda nunca fora infiel. Estavam casados há dezenove
anos e tinham um casal de filhos. Erika ía completar dezoito anos e Téo era
dois anos mais novo. Zelda tinha se casado com dezessete anos devida a
prematura gravidez.
O homem parecia interessado em conversar com o copeiro
que lhe servira o cafezinho. Zelda se levanta levando os papéis se dirigindo
onde era o caixa.
Minutos depois, o homem vai onde ela está e com um
simpático sorriso lhe cumprimenta e paga o cafezinho, indo embora logo em
seguida.
Na hora do almoço quando Erika ou Téo vinham lhe
substituir por uma hora, Zelda atravessou o salão e chegando num pátio onde
havia um pequeno quarto com um banheiro, ela se deitou no sofá e fantasiou
fazendo sexo com o interessante homem grisalho.
Na manhã seguinte, Joel apareceu indo direto pro
balcão e esperou pelo copeiro pra lhe servir o cafezinho. Mas foi Zelda que
saindo detrás do caixa veio lhe perguntar o que queria do jeito que atendentes
de bar fazem.
- Bom dia. Cadê o gremista?
- Quem? Ah, o copeiro! Não apareceu! É sempre assim!
Quando a gente pensa que já tá ruim, acontece o pior!
Ela lhe dá as costas pra preparar o café e Joel
percebe que ela passa as costas da mão pelo nariz, sinal de que estava há um
passo pra cair no choro.
Quando Zelda põe a xicara a sua frente, Joel teve
certeza de que ela estivera chorando.
- Minha senhora, me chamo Joel e moro aqui do lado.
Será que poderíamos ter uma conversinha.
- Acho que não, tenho um monte de coisas pra resolver
e me falta tempo. Ainda por cima aquele sacana desapareceu!
- Pois é exatamente sobre seus problemas que eu
gostaria de conversar. Vejo que a senhora não está indo muito bem por aqui e...
- Não indo muito bem é brincadeira! Estamos falidos e
o banco vai me tomar a propriedade que vale muito mais que a dívida.
Sem que ambos esperassem, Zelda baixa a cabeça e cobre
o rosto com as mãos tentando esconder as lágrimas.
- Calma, calma minha senhora. Como se chama?
- Zelda...
Entre soluços e envergonhadíssima, ela responde saindo
rapidamente da frente dele.
Joel leva alguns minutos tomando o cafezinho, dando
tempo para que Zelda se recompusesse. Em seguida se dirige ao caixa.
Zelda está com uma expressão dura no belo rosto, mas
evitando olhar na cara de Joel.
- Eu estou disposto
a investir o suficiente pra transformar isso aqui numa cafeteria de alto
padrão que combina mais com a área aqui. Vamos sentar ali fora e conversarmos?
Lentamente Zelda vai levantando a cabeça até encarar
fixamente nos olhos de Joel.
- Não caio nessa! E, acredite ou não, o senhor não é o
primeiro aventureiro a vir aqui com esse tipo de proposta. Pretendem entrar de
sócio sem dinheiro suficiente ou então ficam com esse papo de salvador da
lavoura só pra me paquerar, desrespeitando meu marido!
- Ok. Tudo bem. Não sou aventureiro.
E sem dizer mais nada, Joel lhe dá as costas e vai
embora sem recolher o troco.
“- Que se foda! Mais um babaca que fica azarando minha
bunda! Pensa que não vejo pelo reflexo das portas de vidro das geladeiras.
Filhos da puta!”
Mais ou menos uma hora depois, Zelda atende ao
telefone e uma voz de mulher se dizendo gerente de um banco tal, pergunta se
ela pode ir ao restaurante pra conversar pessoalmente naquele momento.
Zelda, pega de surpresa, não sabe o que dizer e a
gerente é mais incisiva e diz que já
está saindo.
O carro estaciona do outro lado da rua e Zelda se
surpreende ao ver Joel e uma bela mulher bem vestida saindo dele. Aos poucos
ela vai percebendo o que Joel lhe dissera.
Resumindo. Naquela tarde quando o marido veio fazer o
seu turno, Zelda seguindo as instruções de Joel nada dissera a Bento e foi com
ele ao banco para o novo contrato de empréstimos.
Na verdade era só dinheiro de Joel. Por enquanto ele
quis manter essa áurea de empréstimo pra não constranger a esposinha do Bento.
E... a tesão de Zelda por Joel se tornou insuportável.
O único fator que a mantinha sobre controle era a sua fidelidade ao casamento.
Lá mesmo no banco, ela perguntou onde era o banheiro. Por duas vezes foi lá e
se masturbou.
Tudo acertado no banco e agora com dinheiro suficiente
pra pagar a dívida do outro banco e começar as reformas, Zelda declinou que
Joel a levasse de volta e pegou um taxi.
Ela ainda não acreditava no que lhe tinha acontecido.
Mas, o cartão top de linha e o extrato com a vultosa soma estavam alí em suas
mãos.
Tomando banho, ela se masturbou mais uma vez pensando
em Joel, mas ao mesmo tempo se arrependendo por se sentir tão bem e tão puta!
Vestindo só o roupão, Zelda se serve de uma taça de
vinho branco indo pra sala de estar e se esparrama no sofá.
Ela se imagina se entregando a todas as formas de sexo
que um homem e uma mulher seriam capazes de fazer.
“Será que eu
seria capaz de chupar ele e deixar que gozasse em minha boca? Será que eu
engoliria? Eca! Acho que não! E dar o cú? Sei que tudo que é homem fica
comentando sobre minha bunda às minhas costas! Será que eu daria meu cú pra
ele? Será que dói? Não. Acho que não. Isso não é coisa natural. Bento nunca
mencionou em fazer isso comigo. Mas eu vejo na internet aquele mulherio sendo
enrabadas com um sorriso de prazer! Será que elas estão gostando mesmo? Bah! É
tudo fingimento! Mas, supondo que algum dia Bento queira me sodomizar... Será
que eu aguentaria??”
Cansada e relaxada, Zelda pousa a taça vazia na mesa e
adormece. Num dado momento ela se vira e o roupão se abre e escorrega revelando
todo seu maravilhoso corpo da cintura pra baixo.
Quando Téo chega do colégio e abre a porta, custa
acreditar quem é aquela mulher de corpo escultural deitada lá no sofá com quase
todo corpo a mostra. Antes que descubra que é sua mãe, seu pênis já enrijeceu
tanto que chega a doer.
E vai continuar doendo até ele conseguir dormir pelas
altas horas da madruga porque se recusava a se masturbar com a visão do belo
corpo nu de sua mãe em sua mente.
II
Zelda acorda depois de duas horas de um sono
relaxante. Ela nota que estava coberta com um colcha.
“Acho que foi o
Téo quem me cobriu, pois eu me deitei aqui só vestida com
O roupão...
Oh, meu deus! Será que o roupão abriu e ele me viu nua!?”
Mas, logo em seguida Zelda já se esquecera do que
podia ter acontecido e agora tinha que se preparar para substituir Bento, seu
marido, lá no arremedo de bar-restaurante que possuíam.
Enquanto se vestia, voltou a se lembrar do sr. Joel
que apareceu do nada pra salvá-los da ruina, pois o restaurante estava quase indo
a leilão devido as dívidas.
Naquela manhã, ele fizera a proposta a Zelda e quando
o marido chegou pra substituí-la na hora do almoço, eles dois foram ao banco de
Joel e acertaram as dívidas com o banco dela.
Na verdade, Joel tentava esconder da receita federal
um grande aporte de capital recebido de investidores offshore. Ele arriscou
confiando em Zelda e o marido.
Mas, pra surpresa dele, Zelda disse que o marido
ficaria de fora e só receberia um pro-labore. Ficou acordado que o restaurante
seria transformado numa cafeteria e ficasse no nome dele e depois de uns meses
Zelda “compraria” o ponto e o terreno. Assim Joel teria lavado parte do
dinheiro.
Pensando nisso tudo enquanto se arrumava, Zelda sentiu
vontade de se masturbar de novo pensando em Joel.
Embora só tivera um homem em toda sua vida, ela sabia
que seria questão de tempo que iria se entregar a Joel. Isto é, se ele tivesse
interessado também.
E estava. E muito.
No dia seguinte que chegaram os operários e o
arquiteto para iniciarem as obras, Zelda trabalhou sem folga orientando e se
acertando com o arquiteto. E por volta de nove horas da noite Bento veio substitui-la. Zelda estava ao
telefone e quando o viu arregalou os olhos como se tivesse sido pega fazendo
alguma coisa errada.
E estava.
Ela andou na direção oposta do que normalmente fazia e
de cabeça baixa, rapidamente entrou no carro de Joel. Ele a tinha convidado pra
jantar.
Ao aproximar o rosto pra ser beijada na face, Joel
passou uma mão por baixo de seu queixo e suavemente a beijou por longos
minutos. A língua dela ficou imóvel nos primeiros momentos, mas ele sentia o
tremor que passava pelo corpo dela.
Quando o beijo foi interrompido, Joel pediu que ela
passasse a noite com ele. Zelda nada respondeu, mas pensava consigo mesma que
se danassem Bento e os filhos. Ela queria trepar e trepar. O cansaço
desaparecera.
- Zelda querida, deixa te perguntar pra me situar até
onde posso ir... voce já foi sodomizada?
- Pode ir mais além...
- Já foi?
Zelda ficou calada com um leve sorriso nos lábios e
foi a vez dela de sentir a excitação dele quando a beijou.
Joel morava numa cobertura no prédio mais alto e bem
perto da futura cafeteria. A vista era magnifica.
Uma bela moça oriental abriu a porta pra eles e Zelda
ficou sabendo que ela iria lhe dar banho e fazer uma sessão da massagem
tailandesa.
A oriental lhe fez as devidas depilações e quando
terminou na xaninha, notou que Zelda estava excitada e então sem nenhum pudor
passou a beijar e introduzir a língua nela, deixando Zelda mais relaxada.
Zelda não quis jantar, totalmente despida chegou na
sala onde Joel estava sentado vestindo só um roupão, se ajoelhou entre as coxas
dele e começou a ter orgasmos quando aspirou o odor da torona e o sabor de
engolí-la quase até a metade, sentindo as veias pulsarem em sua língua.
Ela simplesmente adorava chupar uma piroca. Era uma
coisa que Bento não a decepcionava. Tinha um rolão tão grosso e longo como esse
que estava tentando engolir todinho.
Joel lhe acariciava os cabelos enquanto a incentiva a
engolir todo seu caralho. Zelda se esforçava apesar do desconforto inicial da
rombuda glande lhe dar ânsias de vomito quando chegava no fundo da garganta.
Aos poucos e com a orientação de Joel, a esposinha de
Bento já dominava toda a técnica deepthrouth e não se importava mais com a baba
que lhe escorria pra fora da boca, alagando seu busto e pingando em sua coxas.
Joel estava numa maravilhosa dúvida. Se gozaria ali na
boquinha ou se a sodomizava agora.
A visão dos belos quadris ondulando suavemente
enquanto a dona emitia gemidos e soluços tentando manter o máximo de tempo
possível com a rola completamente inteira dentro da boca, enlouqueceu Joel a
tal modo que ele bruscamente a puxou pra cima do sofá, fazendo com que ela
ficasse com a bundona empinada e imediatamente enfiou o rosto por entre as
nádegas e saboreou o creme perfumado que a orientalzinha tinha espalhado por
alí. Zelda delirava de tezão. Sabia que ia ser enrabada.
Por um segundo lhe veio as imagens do marido tentando
lhe sodomizar.
Ele nunca lhe dera o tratamento que Joel estava lhe
dando agora e por isso ela nunca relaxava.
A língua de Joel em seu fiofó a estava enlouquecendo
de tanta tezão e curiosidade de ser sodomizada que ela pensava que ía desmaiar.
De repente a língua se tornou maior e rombuda e Zelda
arregalou os olhos e escancarou a boca soltando um longo “ui” quando se tocou
que toda a glande já tinha ultrapassado seu anel do cuzinho.
“- Aaah... Se
eu consegui aguentar a rolona dele no fundo de minha garganta... engolir toda a
rolona com meu cuzinho vai ser mais fácil!”
E Zelda se mostrou sábia nessas conclusões. Em minutos
ela estava suportando o vigoroso vai-e-vem da piroca dele em seu anus e
sentindo o arfar e a respiração descompassada em sua nuca.
Ela leva uma das mãos acima da própria cabeça e
encontra os cabelos de Joel, passando a acaricia-los.
A outra mão foi direto pra xotinha elevando o grau de
orgasmo que lhe percorreu todo o corpo.
Joel nem notou quando seus cabelos foram fortemente
puxados por alguns segundos pois era indescritível a sensação das nádegas da
esposa de Bento se contraírem
vigorosamente não deixando seu cacete nem entrar nem sair do cuzinho
dela.
E assim se passaram seis meses. A cafeteria ia de
vento em popa. Os dois filhos de Zelda e Bento começaram a ser treinados nesse
ramo de comércio e hotelaria.
Uma edícula foi construída nos fundos encima de um
cômodo já existente, onde se armazenava as caixas e as bebidas. Esse andar de
cima tinha duas janelas. Uma delas ficava de frente ao muro dos fundo e uma
escada sempre ficava alí estrategicamente.
Essa edícula
passou a ser o escritório e também servia pra tirar uma soneca, já que havia um
sofá.
Na verdade, Zelda sentia a maior tesão quando o marido
vinha substitui-la na hora do almoço e ela dizia que ia tirar uma soneca. Lá já
encontrava Joel que, antes que Bento chegasse, se dirigia pra lá fingindo que
ia ao banheiro.
Isso os excitava tanto que as vezes eles trepavam no
corredor que dava às escadas.
Numa dessas ocasiões, a filha Erika estava no caixa
quando chegou uma encomenda que só
poderia ser recebida e assinada por
Zelda.
- Téo, vai chamar a mamãe. Diz que é importante!
Téo já ía torcer a maçaneta quando escutou uma espécie
de gemido. Ele ficou em silencio pra ver de onde vinha esses gemidos baixinhos.
Tudo indicava que vinha do outro lado da porta da edícula.
Se abaixando, olha pelo buraco da fechadura e seu
coração acelerou, seus olhos se arregalaram e por pouco não gritou. Sua
mãezinha, meio acocorada meio ajoelhada tinha quase todo o enorme pênis de
alguém dentro boca.
Téo não conseguia ver acima da cintura do homem que
acariciava os cabelos de sua mãezinha enquanto ela chupava com gosto a imensa
rola.
Pego no meio da emoção de ver tal ato erótico
praticado por sua mãe e a recusa de aceitar que ela fosse tão safada por estar
traindo seu pai, Téo quase vomitou e em passos largos voltou pra frente da
cafeteria e sentou-se acabrunhado numa cadeira.
- E aí, ela tá vindo?
- Não sei! Não consegui falar com ela! Nem vou voltar
lá!!
III
Erika, que já tinha uma pulga atrás da orelha a
respeito do semblante de felicidade de sua mãe nos últimos meses, concluiu que
o irmão tinha visto a mãe com alguém lá na edícula.
Zelda estava lambendo os resto da ejaculação quando o
celular tocou. Ela o ignorou enquanto continuava chupando e dedilhando sua
xaninha. A chamada parou por uns segundos e voltou a tocar.
- O que foi, querida? Essa é a hora de meu descanso!
Erika explica o que a mãe tem que fazer. Minutos
depois Zelda chega ao salão da cafeteria. Téo a olha de soslaio e nota que
embora o cabelo esteja arrumado e os lábios pintados com batom, em volta da
boca e o queixo tinham uma coloração rosada mais forte.
Erika, disfarçadamente, se dirige para o fundo do
prédio. Zelda assina a encomenda e percebe o olhar do filho. Ela caminha até
ele abrindo o envelope. Passando uma mão pela cabeça do filho, ela se inclina e
lhe dá um beijo carinhoso. Téo enrubesce, não sabendo o porquê.
Joel não percebeu de primeiro, só quando se virou,
depois de fechar a porta, é que viu Erika encostada na parede em frente e de
braços cruzados.
Ele ficou estático por alguns segundos e tentou seguir
adiante depois sem dizer nada, mas sabendo que Erika deveria saber entre ele e
sua mãezinha.
- Seu cretino, filho da puta! Desvirtuando minha mãe!
Me dê carona até o colégio. Quero falar seriamente com voce!
Joel estava acostumando a lidar com pressões, mas
dessa vez ele teve que usar de toda a sua frieza para não deixar que Zelda
soubesse que Erika tinha descoberto sobre eles dois. Ele sentou-se numa mesinha
e como de costume pediu um expresso. Ficou na expectativa o quê Erika iria
fazer.
- Mãe, será que o sr. Joel poderia me dar uma carona?
Tô meio que atrasada!
- Não acho prudente. Afinal ele é só um cliente
aqui...
- Um cliente muito frequente, por sinal! Peça a ele,
por favor!
Já no carro, Erika se volta pra Joel e começa toda
ladainha moralista.
- Olha aqui mocinha! Sei que voce sabe sobre mim e tua
mãe, mas não vou aceitar teus insultos, ok?! Diz logo o que voce vai querer!
- Voce adivinhou bem! Eu vou querer algo sim! Primeiro
faça um documento passando a cafeteria inteira pro meu pai e não como vocês se
acertaram lá no banco na ausência dele. Está curioso como sei disso? Pois bem,
minha mãe me treinou para organizar os documentos e tem sido eu quem tem
tratado com o fiscal da receita desde então...
- Seu pai não foi passado pra trás. Ele simplesmente
disse que concordava com tudo, só não queria permanecer nas conversações.
- Ele sabia que a transação é pra lavar dinheiro? Acho
que não!
- Não é nenhuma lavagem de...
Joel não conclue porque Erika lhe faz um sinal que vai
atender o celular.
- “Sim? O que houve? Não vai ter aulas dele então!?
Em seguida, Joel espera ela fazer uma ligação.
- Olha, eu quero te ver. Não vai ter mais aulas porque
o professor se acidentou... e daí? Arrange um jeito, querida!... O quê? Nada
disso! Já tive que cabular aula por tua causa, se lembra? Agora é sua vez,
mulher!! Não quero saber! Estou indo pro colégio e me pega lá! Um beijo, tchau!
Joel fingiu que não prestou atenção na conversa e
sentiu o olhar de Erika tentando adivinhar se ele concluiu algo da conversa
dela.
- Poi bem! Voce faz isso que estou querendo ou vou
armar o maior escândalo e a receita federal vai saber...
- Mas aí voce estará arruinando também teu pai e tua
mãe!
- Meu pai já não tem nada. Já dona Zelda sim. Portanto
faça o que estou mandando e suma da vida de minha mãe, velho escroto!
- Não precisa insultar, menina!
- Foda-se! Pára! É aqui que vou saltar! Não esqueça
minhas palavras, babacão!!
Joel fica a observar Erika se afastar e nota pela
primeira vez que o corpo dela é a cópia da mãe. E quem diria que ela era
lésbica!
Ele estaciona mais a frente e do outro lado da rua e
espera quem vai apanhar Erika.
“ Qual será das
amiguinhas que eu vejo lá na cafeteria? Deve ser uma que trabalha!”
Minutos depois, Erika aparece na portão da escola
abraçada a um rapaz. Eles se beijam apaixonadamente, se despedem e ele volta
pra dentro do colégio. Joel fica na dúvida e curiosíssimo sobre Erika agora.
Então um Honda Civic pára e Erika entra. Quando parte,
Joel as segue e uma esquina antes da cafeteria, Erika salta e caminha pra lá.
Uns dez minutos depois o Civic parte e estaciona na cafeteria.
Bento vê a filha chegar e a olha curioso. Ela se
aproxima dele e lhe dá um terno beijo.
- Não vai ter as últimas três aulas. Vou lá pro
escritório fazer uns trabalhos.
- Essa é minha menina! Te adoro filhinha!
Minutos depois um Civic estaciona e Bento reconhece
que é a fiscal de rendas!
É uma belíssima mulher, ruiva verdadeira, na casa dos
trinta. Ultimamente ela tem sido bem amigável com eles e até ajudado na questão
dos impostos.
- Olá, seu Bento! Não se preocupe, só vim conferir a
receita dos cartões.
- Como vai, dona Gilda! A Erika pode lhe ajudar. Ela
acabou de ir pro escritório.
- Ok, seu Bento. Pode deixar que eu sei o caminho.
Obrigada.
Não passou nem cinco minutos e o jeep Evoque de Joel
estacionou do outro lado da rua. Bento devolve o cumprimento balançando a
cabeça e vê ele se dirigir ao balcão e pedir um café. Depois se senta em uma
mesinha e começa a mexer no celular.
A garçonete lhe traz o café. Ele toma um gole e se
levantando diz que vai ao banheiro. Bento nada percebe, pois está atendendo
outro freguês.
Joel vai até aos fundos onde está a escada embaixo da
janela. Ele sobe e se posiciona bem ao lado da janela e só expondo o celular,
ele consegue ver e ouvir o que se passa dentro do escritório.
- Por que demorou tanto, amor? Tô toda molhadinha e
querendo tua boca aqui na minha xana! Agora, sua safada, agora!
- Me perdoa, amor! Juro que não me atraso mais! E
sempre que voce pedir que eu vá te buscar, eu irei imediatamente!
- Voce é uma mentirosa, sua rampeira! Tome!
Gilda arregala os olhos ao mesmo tempo que transparece
um leve sorriso nos lábios quando a palma da mão de Erika estala em seu rosto.
Em seguida a jovem passa uma mão pela nuca da mulher
mais velha e a traz bem perto de seu rosto e a beija apaixonadamente.
Bruscamente Erika interrompe o beijo e a estapeia de
novo. Gilda solta um gemido de puro êxtase
e sem mais nem menos cai de joelhos e
cola a boca nos lábios vaginais da jovem dominadora.
Erika levanta uma das coxas e apoia no ombro de Gilda,
facilitando a devoção da língua dela em sua vagina. Com as duas mãos segurando
a cabeleira ruiva, Erika passa a roçar vigorosamente a xana no rosto dela.
- Assiiim, assim... sua safada infiel! Sua chupadora
de anginho! Imagina se teu marido soubesse que já mijei na tua cara, rampeira
putona! Chupa, meu
Amor, chupa! Aaaah, eu te... te... amo, sua
vagabunda!!
Gilda parece estar em transe e é como se seu rosto
fizesse parte da anatomia de Erika. Por mais que haja bruscos movimentos a boca
de polpudos lábios não se descola da xaninha de sua jovem amante. O rosto de
Gilda brilha da umidade escorre da sua boca e da xota de Erika. Suas sardas se
avivam mais devido ao rubor do orgasmo que está perto de acontecer, pois uma
das suas descobertas de alcançar orgasmos era chupar Erika enquanto manipula a
própria xana.
- Voce... voce trouxe o... guerreiro, trouxe?!
- Sim, sim! Voce vai... vai me deixar fazer aquilo,
minha rainha!?
- Como recompensa pelo tênis que me deste! Também o
Juca não sabe fazer tão bem como voce, meu machinho! Agora sou tua putinha!
- Minha putinha, não! Voce é minha princesinha! Minha
rainha! A razão de minha felicidade! Vira, meu amor, vira! Deixa eu lamber teu
cuzinho!
Depois de mais um beijo apaixonado, Gilda vai virando
sua jovem amante e mais uma vez se abaixa e enfias o rosto nos polpudos glúteos
dela.
Erika com a bunda empinada joga a cabeça pra trás
emitindo um longo suspiro de femea no cio ao mesmo tempo em que separa as
nádegas facilitando o acesso da boca de Gilda em seu anus rosadinho.
- Ah, Gilda querida! Mete, vai! Mete agora, me enraba
gostoso como só voce sabe fazer tua putinha gozar!
- Sim, meu amor! Deixa eu me despir e vestir o
“guerreiro”!
Joel poucas vezes se sentiu tão excitado quanto agora.
O corpo de Gilda é fenomenal, o de Erika nem se fala. Pra ele, a sodomização de
uma adolescente por uma mulher mais velha, é uma coisa especial.
Gilda com todo carinho vai invadindo o cuzinho de Erika
com o consolo, enquanto ela esboça um sorriso de puro prazer.
Quando a virilha de Gilda encosta na bundinha de
Erika, ela vira o rosto e Gilda torce a cabeça pra alcançar os lábios da jovem
que ela sodomiza.
Quase uma hora depois, Joel desce da escada e vai pro
seu carro. Bento nem o vê passar, porque aquela hora começa o movimento das 17
horas. Uns quinze minutos depois, Gilda sai da cafeteria carregando uma pasta
de documentos, entra no carro e vai embora.
IV
Ele espera Erika aparecer e quando ela sai caminhando
em direção a sua casa, ele buzina chamando a atenção dela.
Erika franze as sobrancelhas reconhecendo Joel, mas se
indagando o que ele quer. Joel faz sinal pra que ela se aproxime, ao mesmo
tempo que abre a porta.
- Não tem conversa, seu canalha! Faz o que eu te disse
já! E não vou entrar aí! Não insiste Joel! Não tenho mais nada pra dizer! Já te
ordenei e pronto!
Joel estica o braço pra fora com o telefone na mão.
Erika levou alguns segundos até se tocar o que estava vendo. Joel vê o sangue
subir na face dela e o olhar de puro ódio que se estampa. Ela tenta roubar o
telefone da mão dele. Mas ele foi mais rápido. E sem piedade, lhe ordena.
- Entra!
Joel a leva pra sua cobertura. Por todo trajeto ela
ficou calada, não respondendo as ironias que Joel lhe dizia.
Ela escutou ele dizer que agora o corpo e os desejos
dela lhe pertenciam. E que já sabia que Gilda era bem casada com um politico,
portanto o escândalo seria bem mais ruinoso pra ela do que uma multa por
sonegação.
Escutou também que ele poderia parar por ali para
mantê-la calada, mas que se embeveceu pela beleza dela e do modo como se
entregou a sodomização. E era isso que ele também queria dela.
- Vou te fuder hoje! Tomar posse do teu corpinho! E
amanhã vou te levar na Receita e voce vai mostrar teu cuzinho todo melado com meu
esperma à tua amada Gilda!
Já na garagem, Joel puxa Erika pra abraça-la e quando
vai beijá-la, ela desvia o rosto.
- Sei que me fudi, mas posso fazer um pedido? Eu sou
virgem vaginalmente.
Me deixa
assim? O resto pode fazer, velho filho da puta!
- Muito bem! Mas modera a linguagem e não quero ouvir
nenhum insulto!
Na esperança que tivesse alguma câmara filmando, Erika
dá as costas pra Joel, se inclina no capô do carro, levanta a saia do uniforme
escolar, expondo a esplendida bunda.
Ela tentava reverter a situação dizendo que ele a
tinha currado, assim que conseguisse a fita gravada.
Joel desconfia dessa repentina afabilidade dela e logo
percebe qual o jogo dela.
Com olhar de tarado, Joel pousa as duas mãos nas empinadas
nádegas e num golpe só arranca a calcinha fazendo o corpo dela balançar e os
glúteos tremerem sensualmente. Em seguida e suavemente separa as bandas e olha
embevecido o solzinho avermelhado mas bem fechadinho, nem parecendo que ficou a
tarde toda levando no cuzinho.
Erika sente o sopro quente em seu cuzinho conforme a
boca de Joel se aproxima dele e quando a rombuda língua passa a pincelá-lo,
tentando a invasão. Mas não demonstra nenhuma emoção. Só pensa em obter as
fitas. Ainda não sabe como. Mas, talvez dando a bundinha pro vigilante. Quem
não faria um favorzinho pra ela com a promessa de lhe comer o cuzinho?
Joel se excita mais e mais tentando penetrar o cuzinho
de Erika com a língua e pede pra ela relaxar. Ela percebe que é melhor fazer
tudo o que ele pede pra melhor ser filmada a performance deles.
- Por que voce não me enraba logo? Eu também quero!
Vai, mete em mim!
Joel estampa um sarcástico sorriso no rosto e
colocando a bolotuda glande na boquinha do anus dela, faz um aceno com a mão
para a câmara na sua lateral.
Erika solta um gritinho e franze a testa. Ela está há
quase um ano dando o cuzinho pro namorado e pro consolo da Gilda, mas nenhuma
dos dois tem o calibre do Joel.
Ele por sua vez vai empurrando gentilmente pouco a
pouco conforme a filhinha de Zelda vai se acostumando a engolir com o cuzinho
toda a extensão da imensa rolona.
- Caramba! Menina, como voce é gostosa! Posso empurrar
até o fim?!
- Pode! Pode! Faz, faz mais! Me fode! Faz o vai-e-vem,
faz! Mete! Mete!
Tentando evitar qualquer emoção, Erika finge estar
gostando. Mas, ter uma rola como aquela em seu anus, ainda mais sendo de um
homem atraente, riquíssimo que possivelmente faz o mesmo com sua mãezinha,
começa a alterar sua força de vontade de resistir a luxuriante atmosfera de
desejos.
- Agora, queridinha, tenho uma surpresa pra voce!
Venha aqui, se vire!
Assim, assim!
Olha só! Não era bem isso que voce estava planejada, né!?
Erika arregala os olhos e escancara a boca totalmente
surpreendida com um estranho a sua frente. Ele está com as calças arriadas e
seu enorme pênis, parecendo uma imensa barra achocolatada, está a poucos
centímetros de seu rosto.
Joel pega um chumaço da cabeleira dela e gentilmente
puxa pra trás fazendo com que ela levante a cabeça e abra a boca.
Quando toda a glande do vigia encheu a boquinha de
Erika, Joel lhe solta os cabelos e o vigilante passa a segurar com ambas mãos a
cabeça dela.
Erika, num último esforço, tenta empurrar com as mãos
o corpo do homem que lhe invade a boca com o pênis. Joel acelera um pouco mais
os movimentos porque sente que vai explodir dentro do cuzinho dela.
Erika não está se importando mais. Ela quer que aquilo
acabe logo. Está sendo penetrada pelos extremos por dois pirocudos.
E ela que pensava que o máximo de excitamento era ser
sodomizada atrás das arvores do parque e nos cantos da biblioteca do colégio e
ter uma mulher mais velha como amante. Não, aquilo era pura perversão pura. E
tremendamente excitante.
Então, sem perceber, Erika contrai o anus sentindo o
sangue da rolona pulsar e sua boca começa a babar de tanta saliva e fluido da
piroca do vigilante. Ela se abandona de vez a libidinagem que estão fazendo
nela.
Joel urra enquanto ejacula fortemente no aveludado
cuzinho de Erika, similar ao da sua mãezinha Zelda.
Rios de esperma escorre por entre suas coxas. Isso faz
ela se excitar cada vez mais. Joel permanece lhe dando estocadas por mais um
tempo, mas sem o ímpeto da tesão.
Erika pára de chupar o vigia mas sem deixar de
masturbá-lo. Com a outra mão empurra gentilmente Joel para que dê vaga em seu
cuzinho. Em seguida, se vira e se debruça no capô ao lado de Joel, sem largar a
outra piroca. Os dois homens parecem não acreditar no que Erika está pra fazer.
- Quero, quero que... que voce me possua também! Quero
que... que esse
Cretino saiba
que... que já é... é chifrudo!!
O vigia vê sua rola ser guiada pela mão dela pra
boquinha do cu que está totalmente alagado do esperma de Joel. Mesmo assim ele
não se faz de rogado. Surpreso, verifica que apesar de ela ter tomada no cu
minutos antes, a tonicidade muscular já se refizera e ele está experimentando o
aconchegante aperto anal daquela deusa safada.
Joel manda chamar a massagista oriental enquanto Erika
está adormecida na hidromassagem. Ela nunca imaginaria que todo o prédio
pertencia a Joel.
v
O taxi pára na esquina de onde Erika mora com os pais.
Juca a estava esperando no portão. Ela o beija ardorosamente fazendo com que
ele esquecesse de perguntar onde ela esteve.
- Eu estava fazendo o trabalho de química e acabei
pegando no sono...
- Mas, onde? Teu falou que voce saiu de lá por volta
das quatro!
- Não, eu só fui dar uma espraiada. Depois voltei pro
escritório.
- Ah, bom! Quer “ficar” hoje.
- Eu estou menstruada... Huuum tô sentindo que voce tá
na maior tesão!
Bom, eu posso
dar um jeito! Que tal um boquete!?
Eram por volta de nove horas quando o celular de Erika
tocou. Ela já sabia que era Joel. Sem saber como, Erika se submetia cada vez
mais aos desmandos dele. De arrogante e autoritária, ela passou a submissa na
presença dele.
Ela estava odiando isso tudo. Não fisicamente, mas
porque o plano intelectual tinha falhado. Algo aconteceu dentro de sua cabeça
com que ela não se importasse de ser usada sexualmente e principalmente agora
que ela experimentou a intensa pegada de Joel e os planos que ele tinha pra
ela.
Meia hora depois, ela estava chupando com vontade a
bolotuda glande de Joel, no banco da frente do Evoque. Ele arfava surpreso com
a habilidade com que aquela jovem, recém saída da adolescência, fazia o boquete
com tanta vontade quanto sua mãe Zelda.
Lógico que Joel estava sendo canalha com ela, mas
noventa por cento era pura tesão. Ele sempre teve compulsão pela mãe e pouco
tinha se apercebido da Erika. Mas, com toda a confusão que ela armou e o
relacionamento lésbico, a desenvoltura sexual como se fosse uma prostituta
profissional, fazia com que ele tivesse carinho por ela e ao mesmo tempo a
tratasse perversamente.
- Agora vem aqui! Senta aqui no meu colo!! Assim,
querida! Assim! Aaah, assim assim! Tá... tá entrando! Aaaarr! Ah, princesa...
voce é bem putinha!!
Erika se abandona aquela rombuda rola lhe penetrando
no anus. Agora ela usa do fator de ser chantageada pra justificar o pleno
prazer de ser sodomizada e submetida aquele homem que poderia ser seu pai.
Ela suspira mais fundo quando sente o vulcão
ejaculatório dentro de seu cuzinho. Joel sente ela tremer e apertar o esfíncter
e a contração do anus dela em seu pauzão.
O estafeta é autorizado a entrar na sala da dra. Gilda
que está atendendo uma turma de advogados. Ele se aproxima e lhe fala baixinho
no ouvido.
- A srta Erika está na ante-sala. Ela diz que é muito
importante...
- Doutores, surgiu uma emergência. Ficarei
indisponível por uma hora!
- Mas dra Gilda, marcamos essa reunião há mais de um
mês e...
- Será que o senhor não atenderia um pedido de uma
mulher?
Gilda era charmosa, mas dura na queda. Era
impressionante como ela adorava ser submissa a Erika.
- O que foi, amor?
Sem responder, Erika a beija apaixonadamente até ambas
perderem a respiração. Sem dizer nada, Erika pega Gilda pela mão e a leva até
uma poltrona. Lá, ela se ajoelha no assento. Levanta a saia e escancara as
nádegas com as mãos.
Gina parecia perplexa com esse comportamento da jovem
amante. Lhe pareceu que Erika queria lhe mostrar que veio visita-la sem
calcinha e quisesse ser chupada ali no seu gabinete.
Então viu o filete esbranquiçado escorrendo de dentro
do avermelhado cuzinho dela. Lhe passou pela cabeça que Erika veio lhe fazer
ciúme.
- Oh, queridinha! O que teu namoradinho te fez!! Te
machucou foi!?
Pegando o celular, Erika ordena que ela aproxime o
rosto bem perto do cuzinho inundado de esperma.
- Agora faz um selfie, sua cadela sardenta!
O excitamento de Gilda cresce com aquele tipo de
humilhação, mas ela não achava que estava pronta pra lamber o esperma ejaculado
no cuzinho de sua amada. Mas mesmo assim ela estava disposta se assim ela
ordenasse.
Ela não entendia o porquê do selfie.
E então, sem conseguir mais se controlar, Erika, com
lágrimas nos olhos, lhe contou tudo e na enrascada em que ela meteu as duas.
- E então, ele me obrigou que eu viesse aqui e
mostrasse meu cuzinho cheio do esperma dele pra voce saber que nós duas estamos
sob o domínio dele.
No mais luxuoso restaurante da cidade, Gina e o marido
estavam sentados numa mesa redonda com mais dois empresários e seus advogados.
Ela estava um pouco tensa e tentava disfarçar bebendo
já a terceira taça de vinho.
“Venha até ao
toillete, agora!”
É a mensagem que ela recebe em dado momento.
- Está com sua bolsa?
Gilda leva um susto com a voz atrás de si antes que
ela abrisse a porta do toillete. Ela levanta o braço com a bolsa pendurada nos
dedos sem se virar.
Gilda sente o másculo aperto de mão em seu braço e se
deixa levar sem coragem de virar o rosto pra saber quem é. O que ela tem
certeza é que agora tem um novo dono.
- Inventa uma desculpa plausível para teu futuro corno
não te telefone pelas próximas duas horas!





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